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Segurança

A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta quarta-feira (14), em uma churrascaria no KM 19 da Rodovia Presidente Dutra, em Caçapava, São Paulo, quatro pessoas acusadas de participar do sequestro do ex-prefeito de Valença e empresário Ramiro José Campêlo de Queiroz, ocorrido no mês de janeiro. A operação também contou com informações da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública.

Com os baianos Márcio Reis dos Santos, conhecido como Bradock, e Geraldo Alves de Carvalho Neto, o pernambucano Carlos Eduardo Rabello e o mineiro André Luis Maciel Santos foram encontradas quantias provenientes do pagamento realizado pela família para a libertação da vítima. O valor será divulgado em breve, após conferido.

Comandada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil baiana, a operação também contou com o apoio da Delegacia Antissequestro da PC de São Paulo, para onde o grupo foi encaminhado.

De acordo com o delegado do Draco responsável pelas investigações, Cleandro Pimenta, embora a família não tenha aceitado a participação da polícia na negociação com a quadrilha, a Polícia Civil seguiu com as demais providências de polícia judiciária, chegando à identificação e prisão do grupo. Márcio e Geraldo tiveram mandado de prisão cumprido. Já Carlos e André foram encaminhados para a adoção das demais medidas.

Diligências continuam sendo realizadas em outros municípios paulistas com o objetivo de capturar o restante da quadrilha que participou do crime.

 

Legenda: A operação também contou com informações da Superintendência de Inteligência da SSP

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O secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, destacou que o maior investimento que o Governo fez no Carnaval foi em Segurança: R$ 45 milhões

 

O Carnaval da Bahia, que terminou na manhã de quarta-feira (14) sem qualquer registro de morte ou tentativa de homicídio, atraiu 2,1 milhões de turistas ao estado, segundo estimativa da Secretaria do Turismo do Estado (Setur), sendo 750 mil apenas em Salvador. Os números, apresentados em coletiva no Hotel Sheraton, na capital, nesta quarta, fazem a folia de 2018 a mais tranquila dos últimos anos. O evento teve a participação de secretários de Estado e outras autoridades.

O secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, destacou que o maior investimento que o Governo da Bahia fez no Carnaval foi em Segurança: R$ 45 milhões. “Nós devolvemos esses recursos em forma de resultados. A aprovação da atuação da Polícia Militar no circuito foi de 84,3%, da Polícia Civil de 95,9%, da Polícia Técnica de 79,5% e dos Bombeiros de 97%”.

Barbosa afirmou que o planejamento foi muito bem feito e muito bem executado. “Tudo aquilo que nós nos propusemos a fazer, nós conseguimos. Os portais foram um divisor de águas dos Carnavais. Desde que foi criado, em 2016, houve uma queda abrupta dos registros e este ano encerramos a festa sem homicídio e sem disparo de arma de fogo no circuito”.

Embora se mantenha estável em 2018, o número de lesões corporais segue uma tendência de redução ano após ano. Comparando os índices de 2011 aos de 2018, este tipo de crime caiu em 55,4%, passando de 222 para 99. Os crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) seguiram o mesmo ritmo de decréscimo. Em 2018 foram 764 ocorrências contabilizadas, contra 919 no ano passado, representando, queda de 16,9%. Em relação a 2011 (968 x 764), a redução alcança a marca de 16,9%.

 

Produtividade

Os portais de abordagem tiveram, mais uma vez, um papel fundamental para a ausência de crimes contra a vida nos circuitos. Mais de 1,5 milhão de foliões foram revistados, nos 42 acessos, distribuídos nos principais acessos. Detectores de metal, body worns (câmeras acopladas nas fardas) e cães farejadores ampliaram a eficiência das abordagens, resultando em 494 objetos cortantes apreendidos, 233 foram consideradas armas brancas.

Ao longo dos dias de festa foram conduzidas 2.164 pessoas, sendo 55 presas em flagrante. Quatro armas brancas foram apreendidas em abordagens dentro dos circuitos e geraram ocorrências policiais nas unidades judiciárias.

Entre os flagrantes, quatro prisões foram de violência contra a mulher, crime que também gerou seis conduções aos postos da Polícia Civil, e mais de três mil abordagens pela Operação Ronda Maria da Penha nos dias de festa. Ainda no campo da produtividade, as forças de segurança retiraram das ruas porções de drogas (maconha, cocaína e crack), tubos de lança perfume, comprimidos de ecstasy, entre outros entorpecentes, além de conseguir reduzir em 60% os índices de roubo a ônibus na cidade, no período.

 

Legenda: Maurício Barbosa: “Foram investidos R$ 45 milhões, e devolvemos esses recursos em forma de resultados”

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A Superintendência de Polícia Rodoviária Federal na Bahia finalizou às 23h59 de ontem (14/02) a Operação Carnaval 2018. Desenvolvida com ações educativas, concomitantemente às ações tradicionais de fiscalização de trânsito e combate à criminalidade, a PRF na Bahia obteve resultados bastante significativos, com redução no número de acidentes, feridos e mortos nas rodovias federais que cortam o estado, resultado de todo o esforço empregado.

Durante a Operação foram registrados 73 acidentes, que deixaram 79 feridos e 6 mortos. O que representa uma redução de 25% na quantidade de acidentes, diminuição de 34% em quantidade de feridos e queda de 60% em vítimas fatais nas rodovias federais que cortam a Bahia.

 

Educação

Foi intensificado o trabalho educativo através do Cinema Rodoviário, inclusive com reforço de policiais, com o objetivo de conscientizar os condutores sobre a sua responsabilidade para um trânsito seguro. As palestras e vídeos educativos conseguiram alcançar 4.738 pessoas, que foram orientadas a terem uma postura defensiva em relação ao trânsito, principalmente quanto à direção segura, enfatizando os riscos do excesso de velocidade, da alcoolemia ao volante, das ultrapassagens proibidas e do comportamento imprudente de alguns motociclistas.

A Operação transcorreu em todo o estado com reforço de policiais, além de diversas equipes de Operações Especiais em motopoliciamento que desenvolveram ações de fiscalização e de combate à criminalidade.

Mesmo assim, a imprudência, a inabilidade, a falta de cuidado e o desrespeito às leis de trânsito pelos condutores foram determinantes para a maioria dos acidentes graves.

Apesar de todo o trabalho educativo, a PRF ainda flagrou e autuou diversos condutores irresponsáveis ou agindo com imprudência nas rodovias federais do estado. Do total de 8.712 veículos fiscalizados, 9.623 pessoas foram abordadas, sendo extraídas 1.678 autuações por ultrapassagens proibidas, manobras responsáveis pelo maior número de mortes em rodovias. Além de 6.864 imagens de radar capturadas por veículos em excesso de velocidade, o que se comparado a 2017 representou um aumento de 18% de motoristas flagrados conduzindo abusando da velocidade.

Destacam-se ainda 326 por não usar cinto de segurança, 75 por transportar criança em veículo automotor sem observância das normas de segurança e 49 por conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem usar capacete de segurança.

Durante as abordagens policiais um total de 57 pessoas foram encaminhadas às Delegacias de Polícia Judiciária, cujos crimes variaram desde mandado de prisão em aberto, posse de veículos roubados, embriaguez, armas, drogas, etc.

 

Embriaguez

Pelas características do período de carnaval foi intensificada a fiscalização de combate à embriaguez ao volante, onde 6.042 motoristas foram submetidos aos testes com etilômetro e 234 foram flagrados dirigindo após consumir bebida alcoólica. Comparando-se com o carnaval de 2017 houve um aumento de 43%, tendo em vista que no ano anterior foram 164 autuados quanto à alcoolemia, infração gravíssima, com multa de R$ 2.934,70.

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Um das novidades da Secretaria da Segurança Pública para o Carnaval da Bahia 2018, policiais militares que atuam nos portais de segurança vão utilizar, em caráter experimental, um equipamento de transmissão de áudio e vídeo. Os Body Worns, como são conhecidos, ficarão acoplados ao fardamento dos PMs, enviando em tempo real as informações para o Centro de Operações e Inteligência – 2 de Julho.

Além da transmissão, os equipamentos também funcionam como um rádio comunicador entre o policial que está em campo e o comando da operação.

“É mais uma tecnologia que chega para auxiliar o trabalho de nossos policiais em grandes eventos. Tenho certeza de que juntando a expertise das nossas equipes em fazer o Carnaval de Salvador e esses novos equipamentos teremos um salto de qualidade na nossa operação”, explicou o titular da SSP, Maurício Barbosa.

Já o coordenador de grandes eventos da SSP, tenente-coronel PM Marcos Oliveira, garantiu que os equipamentos auxiliam na tomada de decisão, na identificação de suspeitos ou atos infracionais nos circuitos, “além de salvaguardarem os policiais que estiverem atuando dentro da legalidade”.

 
Os Body Worns, como são conhecidos, ficarão acoplados ao fardamento dos PMs

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Os policiais estarão misturados aos foliões pipoca e dentro de blocos e camarotes Delegados e investigadores dos departamentos de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) da Polícia Civil estarão, mais uma vez, trabalhando infiltrados no Carnaval 2018. Os policiais estarão misturados aos foliões pipoca e dentro de blocos e camarotes.

 

As equipes do Draco vão agir para coibir e reprimir o tráfico de drogas, enquanto que as do DCCP atuarão nos crimes contra o patrimônio (furtos e roubos). O diretor do Departamento, delegado Marcelo Sansão, os policiais velados também vão observar a movimentação nos circuitos, e, poderão acionar as equipes padronizadas para que sejam realizadas abordagens e prisões em flagrante, para qualquer tipo de atividade criminosa.

O delegado Élvio Brandão, diretor do DCCP, revela que o Disque-Denúncia (3235-0000), da Secretaria da Segurança Pública (SSP), também será uma das ferramentas utilizadas neste Carnaval. “Se um crime estiver ocorrendo em qualquer ponto dos circuitos e a informação chegar à polícia pelo Disque-Denúncia, temos a opção de deslocar os policiais infiltrados para averiguar a situação sem chamar a atenção e decidir o melhor momento de efetuar uma prisão”, exemplificou o diretor do DCCP, delegado.

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Com objetivo de agilizar os procedimentos realizados nos circuitos do Carnaval, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) leva para três Postos Policiais Integrados (PPIs) e Avançados, o Sistema de Gestão de Laudos Periciais (DPT/SIS), que permite a emissão dos documentos relacionados a constatação de drogas, lesões corporais leves e identificação civil.

De acordo com a perita criminal e coordenadora da instituição no Carnaval 2018, Dayana Barbosa, o DPT/SIS será utilizado nos três PPIs e em dois postos avançados para auxiliar o trabalho do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco) da Polícia Civil, nas apreensões de entorpecentes.

“Se não fosse esse sistema, seria impossível fazer e entregar os laudos nos próprios circuitos. O cidadão teria que ir até a sede do DPT para realizar o exame de lesões corporais”, explica Barbosa.

Segundo o diretor do Draco, delegado Marcelo Sansão, existe uma sinergia absoluta entre as polícias Técnica e Civil, no decorrer do Carnaval. “Importantíssimo, pois evita o deslocamento das nossas equipes para a sede do DPT, nos Barris. Então colabora com a nossa logística de trabalho, agiliza o tempo, e no final, faz com que os policiais fiquem mais tempo nas ruas”, afirmou Sansão.

Ele lembra ainda que, no Carnaval do ano passado, 1.489 procedimentos foram realizados somente pelo Draco, todos com laudos de constatação de drogas. “Imagine ter que levar todos esses suspeitos e os entorpecentes para os Barris?”, enfatizou o delegado.

Para a perita médica Tatiana Paraíso, o DPT/SIS, além de disponibilizar a informação já consolidada, viabilizando o laudo na hora, permite que os delgados realizem os procedimentos com mais agilidade.

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Um passo-a-passo para vítimas de assédio ou estupro no Carnaval, espaço público onde a prática costuma ser ampliada

 Infelizmente, no período do Carnaval, o número de denúncias de assédio aumenta. Por isso, a Rede Feminista de Juristas, a convite do portal Catraca Livre (www.catracalivre.com.br), fez um passo a passo sobre o que fazer caso você seja vítima ou presencie assédio durante a curtição.

O assédio contra mulheres envolve uma série de condutas ofensivas à dignidade sexual que desrespeitam sua liberdade e integridade física, moral ou psicológica. Lembre-se: onde não há consentimento, há assédio! Não importa qual roupa você esteja vestindo, de que modo você está dançando ou quantas e quais pessoas você decidiu beijar (ou não beijar): nenhuma dessas circunstâncias autoriza ou justifica o assédio.

De acordo com o Código Penal, assédio sexual é aquele que ocorre onde há relações hierárquicas entre a vítima e o assediador (em regra, é aquele que ocorre em relações de trabalho — o assediador é o empregador ou chefe e o funcionário é o assediado). O que popularmente chamamos de “assédio” é o que ocorre em espaços públicos podendo configurar outros tipos de comportamentos ilícitos.

No Brasil, não há um crime específico que trate do assédio que ocorre na rua ou em outros espaços públicos. Isso, entretanto, não significa que estas condutas ficam impunes, já que as violências que chamamos de assédio podem configurar diversos tipos de atos ilícitos (crimes, contravenções penais ou até mesmo um ilícito civil).

 

Formas comuns de assédio em espaços públicos: 

• Ofensas, dizeres ou gestos ofensivos/inapropriados;

• Tocar, apalpar, segurar, forçar beijo, segurar o braço, impedir a saída;

•        Colocar mão por dentro da roupa da vítima sem consentimento, iniciar ou consumar ato sexual sem consentimento. Embora seja comumente considerados como assédios, esse tipo de ato caracteriza o crime de estupro. Desde uma reforma do Código Penal realizada em 2009, também se caracterizam como estupro outros atos libidinosos — ou seja, o crime de estupro pode ser configurado mesmo sem penetração.

 

Os atos citados acima podem configurar: 

• Importunação ofensiva ao pudor (previsto no art. 61 da Lei de Contravenções Penais);

• Perturbação de tranquilidade (previsto no art. 61 da Lei de Contravenções Penais);

• Ato obsceno (previsto no art. 233 do Código Penal);

• Estupro ou estupro de vulnerável (previstos nos art. 213 e 217-A do Código Penal).

 

A culpa nunca é da vítima 

Insinuar que a culpa pode ser da vítima faz com que muitas mulheres não busquem ajuda por medo de serem culpabilizadas por crimes cometidos contra elas. Além disso, tais afirmações diminuem a responsabilidade do agressor, como se ele fosse incapaz de controlar seu próprio comportamento.

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Duas motocicletas com duplas de salva-vidas farão a cobertura nas regiões onde não existem postos fixos, mas que registram grandes aglomerados de pessoas 

A Operação Verão vai continuar nas praias de Ilhéus. No feriadão de carnaval, 62 salva-vidas vão atuar nos 26 postos instalados entre a região do Mamoan, no norte, e Águas de Olivença, no sul. Duas motocicletas com duplas de salva-vidas farão a cobertura nas regiões onde não existem postos fixos, mas que registram grandes aglomerados de pessoas.

Quando comparado aos festejos do réveillon, o carnaval ganhará o reforço de sete novos salva-vidas, servidores concursados convocados pela Prefeitura e que passaram, recentemente, por treinamento. A informação é do coordenador Alexandre Mendonça.A Operação Verão tem o objetivo de dar mais segurança aos banhistas que frequentarão o litoral do município.

Os salva-vidas atuarão nas praias das 9 da manhã às 5 da tarde. Ilhéus é apontada como um destino destaque neste período. Como não haverá carnaval oficial, a tendência é de que o público que optou pelo descanso na cidade, esteja mais presente na faixa litorânea.Com praias paradisíacas, que dividem espaço com mangues e coqueirais, em Ilhéus há opções tanto para surfistas como para quem busca águas tranquilas. O município possui um dos mais extensos litorais do Brasil, com cerca de 90 quilômetros de extensão, que requer atenção e esforço redobrados para garantir a eficiência do serviço.


Salva-vidas trabalharão em postos fixos e rondas com motocicletas

 

 

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