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Política

De rebelião na Câmara à investigação do Carnaval, prefeito tem semana “pra esquecer”

A briga com a Câmara resultou na demissão do sub-procurador do Município, Cosme Reis Jr, além da sustação do decreto que autorizou o aumento da passagem

 

Reforma administrativa, revés na Câmara, que sustou decreto de reajuste da tarifa (decreto 12.760/2018), batida do Ministério Público na FICC e protestos pelas ruas da cidade. Definitivamente, o prefeito Fernando Gomes teve uma semana pra riscar da memória. Foram quatro dias – de segunda-feira (5) a quinta-feira (8) que colocaram à prova a capacidade de articulação política do Executivo, quando se pensa na briga com a Câmara, mas também de estratégia jurídico-legal, quando se olha para a ofensiva do Ministério Público contra o Carnaval.

Some-se a tudo isso o baque na capacidade de o governo se comunicar com a sociedade nesse ínterim, levando-se em conta que em meio a todo esse caos, trocou-se o assessor de Comunicação – saiu o jornalista Kleber Torres e entrou a publicitária e jornalista Manuela Berbert.

Em última análise, o que está em jogo é a própria capacidade do governo de se sustentar politicamente, o que recai sobre a Secretaria de Governo, comandada pela secretária Maria Alice – que tem a fama de articular não apenas questões afeitas à sua pasta, mas também outras, do Cerimonial à Comunicação.

A briga com a Câmara resultou em demissão de um sub-procurador do Município – Cosme Reis Jr, irmão do presidente do Legislativo, Francisco Reis – além da sustação do decreto que autorizou o reajuste da tarifa do transporte coletivo, por meio de um decreto legislativo (DL 001-2018), que pode evoluir para crime de responsabilidade, dado o não cumprimento pelas empresas e a devida fiscalização pelo Executivo.


Diversos protestos foram verificados na manhã de quinta-feira (8)

No quesito carnaval, o Ministério Público deflagrou uma operação nos moldes do que está em voga no país, com nome descolado – Operação Máscara Vip – e apreensão de computadores e documentos. Desde antes da folia antecipada o MP já dava sinais de que ficaria de olho nos gastos da festa, inclusive recomendando contenção nos gastos com o evento momesco.

A Operação foi realizada na manhã de quarta-feira (7), na Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), sob o comando do promotor público Inocêncio Carvalho, e resultou na apreensão de pelo menos dez computadores e de todos os documentos relacionados ao carnaval antecipado de Itabuna, que aconteceu nos dias 18, 19, 20 e 21 de janeiro deste ano.


Com apoio da Polícia Militar, o Ministério Público baixou na FICC para recolher provas sobre as contratações do Carnaval Antecipado

Foram apreendidos computadores dos departamentos de licitação, contabilidade, financeiro, jurídico, administração, presidência e pedagógico. Além de contratos de bandas, licitações e de empresas ligadas à realização carnaval.

 

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