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Esportes

Após rotina pesada, Guto tem 10 dias de trabalho até o Ba-Vi

Se teve um tema abordado pelo técnico Guto Ferreira ao longo das entrevistas coletivas neste início de temporada foi a falta de tempo para treinar a equipe. Com uma rotina de jogos intensa desde o dia 18 de janeiro, o treinador vai ter agora o tão esperado intervalo até a próxima partida, justamente contra o Vitória, pelo Campeonato Baiano. Até o clássico, o técnico vai ter 10 dias para trabalhar com o elenco – sem contar com possíveis folgas. Vai ser o período mais longo para treino desde a pré-temporada, tempo, como Guto mesmo diz, de “encher o tanque” dos jogadores.


O treinador vai usar as miniférias para aprimorar a parte física e técnica da equipe

Do dia 18 de janeiro, data da primeira partida do Bahia no ano, contra o Botafogo-PB, até a última quarta-feira, quando o time enfrentou o Vitória da Conquista, a equipe disputou sete jogos. A média até aqui é de quase uma partida do Tricolor a cada 2,8 dias. Guto sempre ressaltou que, com tão pouco tempo em um intervalo entre as partidas, era impossível recarregar completamente os jogadores e treinar de forma intensa. Para ele, os atletas devem entrar em campo com, pelo menos, 72 horas de descanso entre o jogo e outro.

“O ideal para chegar zerado [em uma partida] seria – a gente chega para o jogo sempre negativo – 72 horas. A partir de 72 horas começa a encher o tanque. O trabalho deixa de ser com intensidade que a gente necessita e passa a ser informativo, trabalho com didática diferente do que a gente costuma ter quando tem tempo de trabalhar, quando visa qualificação do aspecto físico junto com a informação. A gente procura repetir o que acontece no jogo. Quando trabalha a parte da informação, esse ritmo, essa intensidade, não acontece. Vai ter informação, saber o que fazer, mas não tem a noção do encaixe e da velocidade, se vai dar tudo certo”, disse Guto em entrevista coletiva no dia 26 de janeiro.

Por isso, com o pouco tempo de descanso, ficou nítido para Guto Ferreira que os atletas que foram para as partidas mais recarregados conseguiram fazer a diferença em campo. O treinador exemplifica com os triunfos sobre o Altos, pela Copa do Nordeste, no dia 31 de janeiro, e sobre o Vitória da Conquista, na última quarta-feira. Nas duas ocasiões, jogadores que vieram do banco de reservas se destacaram: Kayke na primeira partida, foi autor de um gol, e Hernane e Régis, responsáveis por quatro gols diante do Conquista.

“Nós ganhamos o jogo contra o Altos com as trocas, ganhamos hoje [contra o Vitória da Conquista] com a trocas. O que quer dizer isso? Quem está entrando de tanque cheio consegue, em determinado momento do jogo, apresentar mais. A gente vai estar contente com o nível físico quando tiver do primeiro ao último minuto com intensidade lá em cima independente de quem esteja na partida. Aí nós vamos estar contentes”, afirmou o treinador em coletiva na última quarta.

Com tempo para trabalhar, Guto espera deixar o time mais próximo do que ele deseja e executar movimentos que já foram característica da equipe na temporada passada.

 

 

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