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Representando a Prefeitura as secretarias da Fazenda e Planejamento, do Desenvolvimento Urbano, da Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente, diretorias de Vigilância Sanitária, dirigentes da CDL, empresários e especialmente contabilistas. O que não faltava era gente qualificada da Prefeitura de Itabuna na reunião que a Câmara de Dirigentes Lojistas promoveu, de forma inédita, em sua sede no começo da semana que passou.

 

Lemos na imprensa que os contabilistas e empresários questionaram bastante os dirigentes públicos especialmente sobre a falta de agilidade do Poder Executivo em dar resposta às questões levantadas e, a bem da verdade, defendendo ou justificando com veemência a forma como atuam.

 

Se por um lado os serviços da Prefeitura cresceram bastante graças às novas tecnologias empregadas, por outro lado continua a passos de cágado em outras secretarias, com serviços ainda feitos e controlados à mão.

 

Isso chega a ser inadmissível numa cidade que tem mais de duas centenas de milhares de habitantes e é um grande polo do comércio, da saúde, da educação e da prestação de serviços.

Quando escolhíamos o título para este editorial, lamentamos não termos podido estar presentes porque tínhamos muita coisa a perguntar aos representantes do Executivo.

 

Será que um ano depois, com mais dois meses de transição, só agora a Prefeitura descobriu as mazelas que encontraria? Onde estavam os atuais dirigentes da Prefeitura na época do processo de transição? Por que não houve um planejamento para preceder a gestão? Por que tantos secretários foram trocados ou substituídos?

 

Reconhecemos os esforços e a integridade dos profissionais que estão à frente das secretarias e departamentos, mas não é possível deixar a coisa correr frouxa.

 

Uma pena não estarmos lá.

  • Criado em .

INTERIORIZAÇÃO         

A violência agora começou a pipocar por toda a parte. Em vários Estados o clima de insegurança já assusta as pessoas e a interiorização da criminalidade já começa a ser avaliada pelas autoridades de segurança. Pequenos municípios sem efetivos eficientes assistem diariamente a explosões em caixas eletrônicos, tráfico de drogas, homicídios, latrocínios, sequestros, assaltos, etc.

 

PONTUALIDADE  

Incrível como essa situação é pontual e as polícias não conseguem detectar o problema através de serviços de inteligência. O crime organizado dá provas de que é mais organizado que as polícias. Possuem escritório montado dentro dos presídios, não são incomodados, distribuem suas tarefas diárias, comem e dormem à custa das benesses do Estado.

 

TERROR        

Nos últimos dias Itabuna entrou no mapa do crime organizado com facções criminosas disputando poder e entrando em confronto com a polícia. A despeito dos impostos que paga, a população está desprotegida e à mercê das ações dos criminosos.

 

ESTAR BEM    

Iniciado ontem o projeto Estar Bem do shopping Jequitibá volta a movimentar o pedaço com serviços gratuitos em saúde e atividades físicas que incluem dança, musculação, artes marciais e ainda DJ. Na próxima quarta, dia 28,o projeto volta novamente a acontecer no lounge Calixto Midlej a partir das quatro da tarde.

 

DIFÍCIL    

Ainda em estado que exige cuidados especiais, o colunista Diogo Caldas luta pela sua recuperação na UCI (Unidade Cárdio-Intensiva), do Hospital Calixto Midlej. Bem assistido por uma equipe de profissionais de excelência em medicina aqui no sul da Bahia.

 

RECADINHO INTELIGENTE

O inkompetente estava kareca de saber que sua kabeça estava a prêmio. Kaiu. Vai que Kola.

 

PRIMEIRÍSSIMA     

Mostrando muita categoria, determinação e qualificação, Nathalia Botelho emplaca mais uma: foi aprovada no processo seletivo da Secretaria Municipal da Educação para professor de ciências da natureza.

 

MESTRE        

Especialista em próteses e em implantes dentários, Jenival Almeida Júnior integra a equipe da Claridente e é considerado um mestre em próteses dentárias. Agora em março vai participar de um curso em ciência da saúde cuja disciplina de farmacologia molecular é uma coisa inovadora na área odontológica. Isso tudo na UNB de Brasília.

 

 

Quem se lembra de Salete Rebouças? Sua belezura fez sucesso por aqui nos anos 60/70. Mora em Sampa e aqui está ao lado do seu marido, o Armando Salem

 

Jenival Júnior partindo para novos desafios em sua área de implantes e próteses dentários

 

 

De Ilhéus, a matriarca Verinha Dorea Gomes da Costa com suas meninas: Greice, Luciana, Kika e Loly

 

 

Empresários, vizinhos, compadres e finalmente, friends: Paulo Carletto, da Rota e o médico da Gastroclinica, Irani Salomão.

 

 

Dentre mais de mil candidatos, Nathalia Botelho crava o primeiro lugar em processo seletivo aqui em Itabuna

 

  • Criado em .

Walmir Rosário

 

Que os cheiradores, maconheiros, fumantes de crack e outros viciados em drogas ilícitas me perdoem, mas são eles os grandes culpados pelo alto índice de violência que toma conta do Brasil, de norte ao sul. Nesta mesma conta, coloco também os políticos brasileiros responsáveis pela elaboração de leis estapafúrdias, que criminalizam os traficantes de drogas e livram a cara dos consumidores.

O tráfico de drogas é uma atividade ilícita. Claro que para o ato ser consumado necessita da participação de dois atores: o que vende e o que compra, embora nessa cadeia também seja criminalizado o que produz. Fere todos os princípios da lógica impor penalidades apenas para quem produz e vende, descriminalizando quem consome. Essa é mais uma das jabuticabas brasileiras.

É impossível existir o vendedor se, do outro lado, não tiver o comprador. Simples, qualquer tipo de atividade – lícitas ou ilícitas – não conseguirá sobreviver se não for completada com essa ligação. E esse elo foi desfeito pelos políticos apenas para essa legislação, com a simples finalidade de agradar uma grande parte de bandidos – com ficha nos órgãos policiais e judiciários, ou não – que se locupletam com o tráfico.

Chega a ser ridículo a chamada sociedade do asfalto reclamar segurança, quando é ela mesma – com as devidas exceções – quem financia a violência desenfreada, para usar a gíria do próprio Rio de Janeiro. As classes média e alta da chamada zona sul da cidade, hoje nem maravilhosa assim, se abastecem de drogas ilícitas vindas do alto dos morros, agora batizados de comunidade, pagando regiamente aos traficantes, promotores da violência.

O que causa revolta é que todo esse comércio ilegal funciona desde antes com a licença e complacência das nossas autoridades, que utilizam o tráfico de influência em troca de votos, como está largamente provado. E essa licenciosidade vem descendo em cadeia pelos diversos membros dos representantes do Estado, conforme as hierarquias, até chegar aos escalões mais chulos.

A permissividade de nossas autoridades criou um verdadeiro monstro, que deixou de atuar no alto dos morros e invadiu o asfalto – os bairros chiques da zona sul carioca e outras cidades do Grande Rio. E, em vez de papelotes de cocaína, trouxas de maconha e pedras de crack, também chegou espalhando o terror, com as gangues assaltando pessoas nas ruas, nos restaurantes e os conhecidos arrastões nas praias.

Hoje, essas quadrilhas criadas e incentivadas com o dinheiro da venda de drogas se impõem com o dinheiro produto da venda e passou a substituir o Estado no alto do morros, aliciando menores para o trabalho dos “aviões”, futuramente guindados aos cargos de bandidos das mais diversas especialidades. É bom que se diga que esse volume enorme de dinheiro não paga imposto de renda, previdência nem outros tributos a nós destinados.

E a lei do morro – chamada teimosamente de comunidade – é terrível. Pior do que a Lei de Talião, de olho por olho, dente por dente, tem julgamentos sumários, sem direito a qualquer defesa, nem mesmo dos grupos de direitos humanos. Controlam todo o comércio, as idas e vindas dos moradores, a subida dos visitantes do asfalto em busca das drogas, as direções das obedientes associações de moradores, sob o jugo dos chefões do tráfico, com a leniência dos sucessivos governos.

O poder dos chefões das quadrilhas que comandam o tráfico é tão grande e organizado que, mesmo de dentro dos presídios de segurança máxima, comandam toda atuação como se fosse uma empresa exemplarmente bem administrada. Influenciam na política, nos órgãos do Estado e traçam estratégias logísticas de fazer inveja aos administradores mais conceituados.

Importam equipamentos bélicos por diversas rotas – terra, mar e ar –, seja de forma legal, com notas fiscais, como no caso dos fuzis de grande alcance vindos dos Estados Unidos pelo aeroporto do Galeão, ou por contrabando por nossas vastas fronteiras. Para comprar armas e munições não dependem de obediência à lei das licitações, cumprindo prazos e preços menores. Sequer exigem nota fiscal.

E o Rio de Janeiro exportou esse know how para São Paulo, que o aperfeiçoou e o utiliza, transferindo para todo o país, sem a menor cerimônia, substituindo a direção de presídios e a conduta cheia de regalia dos detentos que têm dinheiro. Esses desmandos deixaram de ser noticiados a boca pequena e passaram ao noticiário das grandes redes de jornais, rádios e televisões, com provas bem documentadas.

A situação é tão grave que o cidadão não pode circular livremente pelas ruas, como antes, sem o risco de ser assaltado, caso carregue dinheiro ou objetos de valor em seu poder, ou tomar uma surra, caso não os tenha. Apesar de todas essas evidências e provas, os números apresentados pelos governos dos estados contrariam a verdade mais do que verdadeira. Todos são honestos porém meu chapéu sumiu.

Se quisermos enfrentar e dizimar o crime organizado, temos que partir para a política de tolerância zero, começando as ações através do voto, separando o joio do trigo na nossa miserável política. Estamos numa guerra em que temos que combater a violência, a falta de ética e de moral em todas os segmentos governamentais e na iniciativa privada, caso contrário, estaremos fadados a nos transformar num Haiti em anos passados.

E o remédio tem de ser ministrado conforme a doença, para curar e não como paliativo. Não conheço a área de saúde, mas, pelo que me consta, um simples analgésico não combate um câncer em estado terminal, pode, no máximo, abrandar a dor. Caso as ações da intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro não alcancem os objetivos, a violência se multiplicará de forma geométrica em todo o Brasil.

 

*Radialista, jornalista e advogado.

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Cláudio Zumaeta

 

Professores reclamam de baixos salários e se sentem humilhados pelo governo. Esta era a queixa dos mestres há exatos 150 anos (tendo como referência a Revista de História da Biblioteca Nacional – RBHN – de maio de 2008).  Isso mesmo: há 150 anos! Porém, prezado(a) leitor(a), isso não é tudo, conforme ainda salienta a matéria da RBHN: “Não vedes que, tratados os professores como escravos, só conseguireis moldar por eles uma sociedade indigna do século em que viveis?” Atualizada a linguagem, o questionamento valeria para os dias de hoje, contudo, o alerta foi dado em 1871!

Em manifesto aberto para chamar a atenção da sociedade civil, os professores de então exigiam melhores condições de trabalho, respeito por parte do poder público, pagamento dos prêmios a que tinham direito, e, principalmente, aumento de salários. Que nos resta ainda discutir? Bem pouco, é verdade, mas, vamos adiante.

Aquela reportagem evidenciava o que todos nós sabemos de cor: a falta de um projeto político consistente e sério para a educação no Brasil, desde sempre. Governos e mais governos apenas tangenciam o problema. Tomam medidas frouxas, esquecem-se dos professores, remuneram pessimamente esses profissionais, negligenciam as condições de trabalho, ignoram as reivindicações da categoria, prometem o que nunca cumprem e etc., etc., etc.

Aqueles professores de há 150 anos, classificados pelo ministro do Império como “incompetentes”, estavam submetidos a salários que, segundo eles próprios, os condenavam à miséria. Além disso, reclamavam que o poder público ignorava solenemente suas reivindicações, como fizera com o primeiro “Manifesto dos Professores Públicos de Instrução Primária da Corte”, elaborado por um grupo de mestres em 1870. Este manifesto enviado à Assembléia Legislativa, ao ministro do Império Paulino José Soares de Souza e ao imperador D. Pedro II, não recebeu nenhuma resposta satisfatória.

Efetivamente ainda temos índices muito ruins em quase todas as áreas da educação. O que se ratifica quando uma dessas pesquisas de avaliação de rendimentos e/ou qualidade do ensino vêm à tona. E quando essas pesquisas são divulgadas, corremos ansiosos para vermos nossa classificação, como fazem os estudantes apreensivos em busca do resultado. Daí os olhos vão percorrendo a lista, e vão baixando, baixando, baixando até que afinal encontram nossa pontuação entre os últimos colocados.

Desânimo. Abatimento. Prostração. Porém, há sempre um intérprete dos índices e um consolo acoplado ao fracasso: “esses índices, ainda que ruins, são um ponto percentual acima daqueles divulgados o ano passado. Projeta-se para 2021(!), uma melhoria significativa”. Ah, tá.  

É preciso dizer ainda que enquanto a sociedade continuar passiva, sem se importar com a qualidade do ensino, sem exigir mudanças positivas, e enquanto os professores, alheios às suas responsabilidades intelectuais, continuarem aceitando as pressões dos governos e dos patrões, as condições indignas de salário e as sobrecargas de trabalho, continuaremos “presos” no tempo, ouvindo, discutindo ou lendo retóricas iguais e intermináveis...

 

Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador – BA). Especialista em História

do Brasil (UESC, Ilhéus – BA).

Mestrando em História Regional e Local (UNEB Campus V, Santo Antonio de Jesus. Membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL).

  • Criado em .

Walmir Rosário

 

Esse título, “Meu dinheiro sumiu...”, por si só, não quer dizer nada. Não é nenhuma novidade os parcos recursos percebidos por qualquer aposentado junto à Previdência Geral desaparecerem após o pagamento das primeiras despesas. No meu caso, entretanto, a situação foi agravada por não ter sido sequer creditado na minha conta, na instituição bancária que me repassa, mensalmente, os precários reai$.

Pois foi o que me aconteceu em janeiro por culpa exclusiva da Caixa Econômica Federal, cujos lépidos diretores resolveram fechar a agência de Canavieiras de uma vez por todas, deixando ao “Deus dará” milhares de clientes. Dentre esses clientes estão classes sociais das mais variadas, como os investidores, grandes correntistas, pequenos poupadores, aposentados – entre os quais me incluo – e os beneficiários dos programas sociais do Governo Federal.

Pelo visto, a visão geral é que os homens do governo não respeitam os próprios homens do governo, sejam em que governo for, não importando o governante, pois, ao que parece, cada um toma conta do seu feudo da maneira que melhor lhe apraz. Pois é, decidiram fechar mais de uma centena de agências, mesmo as superavitárias, de uma só canetada, como a de Canavieiras, há tempos marcada para morrer.

E foi bem assim, de maneira simplista, que retiraram o CNPJ da agência da Previdência Social, o que motivou a transferência das minguadas “merrecas” para outro banco, sem qualquer aviso prévio. Imaginem as visões de choro e ranger de dentes dos coitados dos aposentados e pensionistas ao não encontrarem um só tostão na conta, principalmente os que não têm nenhuma intimidade com os complicados caixas eletrônicos…

Após uma série de contratempos, fui descobrir que os mirrados “garangaus” estavam lá no Bradesco, aguardando apenas que me apresentasse e metesse a mão, para alívio dos meus sempre exigentes credores. Em vez de reclamar, fiquei até agradecido, pois a solução miraculosa da Caixa era que eu me transferisse de mala e cuia para uma agência na cidade de Ilhéus, distante 230 quilômetros (ida e volta).

E essa não é a primeira vez que, na minha condição de aposentado, tenho sofrido alguns sobressaltos. Por umas duas ou três vezes fui compelido a comparecer a uma agência do banco onde recebo, para provar que continuava vivo, apesar da teimosia de minha saúde. Vou a um guichê do caixa, me apresento mostro um documento de identidade, o cartão de movimento da conta e saio feliz da vida, já que o bancário confirma a minha existência.

Mesmo assim, por repetida vezes, recebia um aviso assim que acessava o caixa rápido ou pela internet, me avisando necessidade da prova de vida, mesma já feita. E lá fui eu de novo, me apresentar mais uma vez. Como seguro morreu de velho, fui também a uma agência da Previdência mostrar que continuava vivo, sem qualquer risco de morrer, a não ser por uma daquelas fatalidades.

Me senti constrangido por essa insistência do banco ou da previdência em duvidar de minha existência e já comecei a pensar que estavam querendo apressar a minha morte, embora não possa especificar o motivo. Foi aí que descobri que poderia me considerar um felizardo, com as notícias veiculadas com muita ênfase (até desnecessária) que um banco e a Previdência do Estado de São Paulo também não acreditavam que o presidente da República, Michel Temer, continuasse vivo. Para ele, o Michel já era, tinha batido as botas, morrido seja lá de que motivo.

Aí sim, eu acreditava até que tenha sido algum tipo de perseguição ao próprio Temer pelos seus colegas paulistas, já que ele estava, e ainda está, com a ideia fixa de mudar as condições para a aposentadoria. Foi então que me informaram não ter nenhum tipo de vingança, pois quem manda são os programas dos computadores. Não se apresentou para provar que está vivo, adeus dinheiro.

Diante da chuva de notícias sobre o presidente, até agora não fiquei ciente do motivo pelo qual ele não foi fazer a prova de vida, se devido às muitas ocupações inerentes ao cargo, por esquecimento ou falta de aviso dos assessores. Em conversa nem tão reservada lá na Confraria d’O Berimbau, soube que Temer estava pouco se lixando pelo dinheiro da aposentadoria, calculada em quase R$ 50 mil, embora só repassem a ele pouco mais de R$ 20 mil.

Pela abissal diferença entre nossos ganhos, resolvi tomar uma certa distância do presidente, pois já estava até me sentido com certa intimidade – ou compaixão – da sua pessoa, pelo que eu considerava um infortúnio nosso. Mas, felizmente, para o nosso gáudio, ambos os recursos foram colocados à nossa disposição. A parte que me cabia, como disse, prontamente entregue aos credores; quanto ao de Temer, não tenho a melhor ideia.

Agora, o que sinto e que me faz por demais agradecido, foi a ampla mobilização para a reabertura da agência da Caixa em Canavieiras, para que os pobres aposentados e pensionistas não fiquem na mão. Pelas minhas contas, foi preciso mais de 300 anos para que Canavieiras encontrasse pessoas capazes de solucionar seus intermináveis problemas. E sequer imploraram qualquer ajuda a São Boaventura.

 

Radialista, Jornalista e advogado.

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Amândio Cardoso

 

Meus caros colegas redatores seniors, juniors, estagiários e aspirantes a redator ou simplesmente, colegas de profissão. Quero compartilhar com vocês uma profunda insatisfação que tenho (que muitos também têm) ao ver o nível nada elevado da nossa classe aqui no Brasil. Sou do tempo de ler títulos brilhantes de Nizan Guanaes, sobre a restauração do Pelourinho, de seus diálogos inesquecíveis escritos para Luís Fernando Guimarães (comerciais da CEF), do texto de Olivetto sobre o primeiro sutiã e do célebre “o pai da minha primeira namorada tinha um Chevrolet” (uma brincadeira com “Minha Namorada”, de Vinicius). Dentre os internacionais convém citar David Abbot, William Bernbach, Leo Burnett, etc.

Pois é, o tempo do “impresso” formou grandes redatores pelo mundo a fora no século XX. Diante disso eu pergunto: onde está o alto nível dos textos publicitários neste início de século? Não sou saudosista (imagina), mas o fato é que hoje não se faz mais “cozinheiros” como nos tempos da “Não é assim uma Brastemp...”. Alguns amigos dizem que é o mal dos 140 caracteres, da atual cultura world wide web (ou www). Eu acredito que a erudição é inversamente proporcional à quantidade de informação na internet e que também é inversamente proporcional a twitter mania.

Cá pra nós, nunca vi um grande redator que não fosse chamado de, no mínimo, “pseudo intelectual”. Se ele fosse, ótimo. Se não, ao menos assistia grandes filmes, conhecia grandes escritores, cineastas, músicos, etc. Suas referências, eram “As referências” e sobretudo, diversificadas. Os caras gostavam e conheciam o trabalho de um Nat King Cole, os discos de João Gilberto, os principais livros de Eça de Queiroz, alguns filmes de Jaques Tati, e liam muito jornal, enfim. Hoje, pelo contrário, a maioria dos redatores têm quase sempre as mesmas referências culturais. É tudo padronizado. Todos falam de Tarantino, Los Hermanos e brilham os olhos pelo passarinho azul da internet. Como dizia um nosso conterrâneo: “A unanimidade é burra”.

Os grandes redatores, mais do que a escrita, os caras sabiam convencer pelo texto. O texto era um verdadeiro tratado de vendas. Pura sedução. O grande David Ogilvy era mestre nisso. Espera, espera: claro que hoje temos grandes redatores, como é óbvio! Não estou aqui para falar o contrário, longe disso. Mas com o fim da mídia impressa (ou quase isso) a impressão que nos dá é de que, com ela, vão juntos os grandes publicitários redatores. Será? Parece que vemos mais redatores no mercado, com cada vez menos talento. Essa é minha impressão, ou devo estar enganado? O que vejo é uma nova geração que não sabe o que é um “puta” título! Posso estar exagerando um pouco, mas nem pasta de portfólio a turma de hoje tem cuidado em montar.

Amigos redatores, larguem a internet por uns meses e se dediquem mais a filosofar, a pensar, a criar, a inovar, a serem lúdicos, brilhantes e geniais. O texto publicitário é um tratado da psicologia do consumo. Mas para isso, é preciso saber juntar as letras e formar palavras e frases que ficarão na história da propaganda. Um bom texto para você.

 

Publicitário formado pela UFPE, Pernambuco, com passagens por multinacionais em Lisboa, Madrid, São Paulo e Recife.

Artigo achado por Ivone Oliveira, entre os papéis do saudoso esposo José Adervan Oliveira, publicado na Revista ProNews e em homenagem ao retorno de Vera Rabelo, excelente redatora, às páginas deste jornal.

  • Criado em .

Vamos voltar ao assunto Copa x Eleições, os dois maiores eventos que movimentarão o país este ano.

Não sabemos se o tema já foi levantado antes, mas a que ponto a Copa do Mundo da Rússia poderá atrapalhar as eleições no Brasil, é o que se pergunta. Se o Brasil de Tite, com a boa seleção que formou, ganhar a Copa do Mundo, quem receberá a delegação campeã na rampa do Palácio da Alvorada ainda será o presidente Temer, que colherá os frutos da vitória e aparecerá à frente da comitiva com o a sua bonita mulher Marcela, que segundo as últimas notícias continua apaixonada pelo presidente, acredite quem quiser.

Sabe-se até que o Vampeta será contratado para rolar na rampa (no sentido literal mesmo, pois que serão passados dezesseis anos de 2002 e não vamos exigir dele o mesmo desempenho físico), e já que não vemos outro jogador na atual seleção com o espírito amolecado do baiano (tirante o Neymar, que poderá levar o pai Neymarzão para a performance).

Se não ganharmos, aí não teremos festa, desfile em carro de bombeiros, prêmios milionários e a péssima alcunha de que praticamos o melhor futebol do mundo, mas insuficiente para conquistar uma Copa.

Pouco depois, em outubro, cerca de três meses depois, chegam as eleições para as Assembleias, Governo do Estado, Câmara Federal, Senado e Presidência da República, que neste momento, antes das convenções dos partidos, ainda nem sabemos quem serão os candidatos.

E até que ponto a vitória ou derrota do Brasil poderá trazer complicações para as candidaturas? Influenciará nas propostas dos candidatos à ALBA? Como estarão eles após a Copa? Quem será o novo Governador da Bahia? E para a Câmara e para o Senado, como se sairão os baianos?

Hoje pululam nomes de pré-candidatos como Augusto, Samuca, Angela, ACM Neto, Rui, Davidson, Bebeto, Mangabeira, Lídice, Wagner (Senado ou alternativa a Lula), Álvaro, Cristovam, Ciro, Alckmim, Manuela, Huck, Haddad, Marina, Collor (até ele?), etc. Quem será candidato mesmo?

E por quais partidos? Avante, DEM, Novo, PCdoB, PDT, PMDB, PMN, Podemos, PP, PRB, PSD, PSDB, PT, PTB, PV, Rede, Solidariedade e mais uns 20 partidos?

Estamos em fevereiro pós-carnaval. Faltam 115 dias para o primeiro jogo da Copa e 229 dias para as Eleições em quase todos os níveis. Se nossas contas estiverem corretas.

Será que tudo isso vai depender de Tite e de seus comandados?

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ACABOU A FARRA DOS ABADÁS?         

Bem que a gente desde o ano passado previa o fenômeno: o carnaval da Bahia mudou. Saíram os blocos e entraram os camarotes.

 

ENCOLHEU    

Dos mais de 28 blocos que saíam nos circuitos apenas 13 ainda conseguiram chegar lá. Nem o tradicional Corujas puxado por Ivete saiu esse ano. O Papa-Léguas outro bloco tradicional da capital também alegou custos altos e não participou.Cerveja e Cia também ficou de fora.

 

CARNAVAL ELITIZADO        

Os camarotes são a nova onda do carnaval baiano. Luxuosérrimos. Caréssimos e cheio de peculiariadades. Espaço para 4 mil pessoas por noite. Bufês sofisticados. Bandas, artistas e DJs famosos. Virou um clube social da elite.

 

O TROCO COM A PIPOCA     

Prá não deixar morrer o carnaval de rua que explodiu em todo o país, os coordenadores da folia baiana responderam depressa: botaram nas ruas Trios sem cordas para o pipoca. Pensando bem, esse negócio de camarote é só onda e vai passar.

 

QUEM PARTIU        

Para o Rio e com retorno previsto para domingo, Urandi e Márcia Riella. Curtiram no domingo passado a Banda de Ipanema. Já o casal Elaine e Paulo Carletto preferiu as delicias do litoral do Arraial D’Ajuda. Paraíso dos chiques e famosos.

 

RECADINHO INTELIGENTE

 

NÃO SEI QUANDO TERMINA ANITTA E COMEÇA PABLO VITTAR. BOSTÉTICOS.

 

ESTÁVEL    

O colunista social Diogo Caldas foi submetido a um procedimento cirúrgico, mas já está em franca recuperação na UCI (Unidade Cardio Intensiva) do Hospital Calixto Midlej. Sob os cuidados de um profissional que é excelência na medicina regional: José Rebouças.

 

INDIGESTOS         

Sambas-enredos com duras críticas à situação da violência e da criminalidade no Rio fizeram com que a tradição mudasse de conceito entre as escolas de samba cariocas. Com isso, a Beija-Flor de Nilópolis sagrou-se pela 15ª vez campeã. A surpresa ficou por conta da Paraíso da Tuiuti. E a verde/rosa do meu coração ficou em quinto. As escolas de samba estão cada vez mais técnicas e se afastando das suas raízes.

 

Legendas:

A veterinária Iracema Hage que responde pela Provet e seu maridão Carlos Ferraz celebrando Bodas de Pérola. Ou seja, 30 anos de cumplicidade.

Congratulations.

 

 

Ana Dórea, Nilsinho Ramos e Kleber Monte em evento social no Torres das Nações.

 

Família Correia liderada por Geraldo, o sobrinho Cassemiro e os filhos Geraldinho e Thirza.

 

O jornalista Walmir Rosário ex-editor do Agora é residente da histórica Canavieiras onde exerceu cargo de assessor de imprensa no governo do ex-prefeito Almir Melo.

 

Geraldinho Correia e Verônica: love is in the air.

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Jornal Agora

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