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Cláudio Zumaeta

 

Em dezembro de 2009, ocorreu em Copenhague (Dinamarca), uma conferência com o propósito de encontrar metas para frear o acelerado processo de mudanças climáticas no planeta.

 

Os resultados da Conferência de Copenhague, em última instância, contudo, refletiram as expectativas dos bancos, ou melhor, aplicar e ganhar dinheiro nos países desenvolvidos e emergentes (que não pretendem sacrificar seus crescimentos em nome de uma “bobagem ecológica”) porque é assim, com dinheiro, muito dinheiro, que o mundo funciona... O resto é coisa de “ecologista desmiolado”.

 

Há muito tempo o mundo já não é comandado por pessoas de carne e osso (e alguns sentimentos). O mundo é, portanto, os interesses das grandes instituições financeiras e empresariais. As decisões não dizem mais respeito ao que as pessoas querem, mas, ao que economicamente interessa às grandes corporações. Observe com mais cuidado, relembre com mais atenção, por exemplo, a preocupação e a velocidade com que o mundo, ou melhor, os governos dos países ricos e emergentes, dedicaram-se para resolver a crise financeira global de 2008/2009... Não houve, naquela ocasião, uma lenta, gradual e paciente conferência sobre o que fazer diante da crise financeira, ao contrário: agiu-se bem depressa para salvar os bancos, que era tudo quanto importava, e azar do resto (o “resto”, neste caso, somos nós, os seres ‘otários’ humanos!).

 

Vejamos algumas medidas concretas sobre aquela crise: os Estados Unidos aprovou emergencialmente (!) uma ajuda ao sistema financeiro no valor de 700 bilhões de dólares; a Alemanha ajudou os bancos com 500 bilhões de euros; a Áustria anunciou um pacote de 100 bilhões de euros; a Bélgica injetou 4,7 bilhões de euros e assegurou o controle de um banco hipotecário; a Eslovênia anunciou que todos os depósitos bancários do país seriam garantidos; a Espanha financiou 150 bilhões de euros; a França apresentou um plano de resgate que chegou a 360 bilhões de euros; a Grécia disponibilizou 28 bilhões de euros para garantir a liquidez do setor bancário; a Holanda gastou 220 bilhões de euros; a Irlanda anunciou a garantia de 400 bilhões de euros; a Islândia estatizou os três maiores bancos da ilha; a Itália aprovou por decreto um pacote destinado a reforçar a segurança dos bancos e garantir depósitos dos correntistas; Portugal disponibilizou 20 bilhões de euros para garantir as operações financeiras; o Reino Unido financiou 500 bilhões de libras esterlinas; a Rússia anunciou uma ajuda emergencial de 150 bilhões de dólares e no Brasil o Banco Central anunciou a liberação de recolhimento compulsório, deixando disponíveis R$ 100 bilhões para o setor financeiro.

 

Enquanto aquela crise financeira internacional era rapidamente socorrida com bilhões e bilhões de dólares e euros, a Rádio das Nações Unidas noticiava: “pelo menos 40% dos africanos vivem na pobreza extrema; a África precisa de US$ 72 bilhões para alcançar as metas do milênio”; “atualmente, um milhão de pessoas perde a vida todos os anos para a malária. Para eliminá-la, em nível global, seriam necessários US$ 5 bilhões”; “a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que os altos preços dos alimentos levaram mais 75 milhões de pessoas a passar fome no mundo. De acordo com a FAO, o total de famintos em 2007 aumentou para 923 milhões”, e etc., etc., etc.

 

Equilibrar a sustentabilidade ambiental planetária no médio e no longo prazo com os interesses imediatos do sistema financeiro global ainda é o grande desafio de qualquer “Conferência” que se proponha a discutir essas questões. Afinal, os donos do mundo (lá em 2008/2009, tanto quanto agora) já decidiram que cuidar do sistema financeiro continua sendo mais importante do que cuidar da vida no planeta.

 

Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador – BA). Especialista em História do Brasil (UESC, Ilhéus – BA). Mestrando em História Regional e Local (UNEB Campus V, Santo Antonio de Jesus. Membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL).

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Walmir rosário

 

No regime democrático de direito costumamos a ver de tudo, das experiências científicas capazes de mudar o mundo para melhor aos experimentos empíricos sem qualquer valor, do mais sério ao simplesmente ridículo. Todos os que querem podem ter os seus cinco minutos de fama, efêmera, é verdade, mas os sujeitos conseguem aparecer, mesmo de forma negativa, do burlesco ao grotesco.

 

A qualquer notícia sobre determinado fato governamental – pelos entes governamentais – aparecem logo essas figuras que poderiam ser consideradas excêntricas, mas que se tornam despropositadas, insensatas, incoerentes. Agora, então, com o anúncio da intervenção na segurança do Rio de Janeiro, estão chegando aos montes. E o pior, ainda encontram guarida em determinados órgãos de imprensa apesar das asneiras que falam.

 

Na grande maioria das vezes, essas pessoas são formadas nas melhores faculdades, foram aprovadas em concurso público nacional ou estadual e ocupam cargos de relevância em instituições como o Ministério Público ou Defensorias. Também assim agem os expertos dirigentes de organizações não governamentais (que se alimentam do dinheiro público) e propalam serem defensores dos direitos humanos…

 

Direitos humanos de pessoas que se encontram fora da lei, os conhecidos bandidos que hoje aterrorizam a sociedade brasileira. Já essa parcela de pessoas de bem que não tem seus direitos respeitados estão fora dessa seleta lista. Estes não têm o direito de ir e vir, vivem trancados em suas casas, são assaltados ao pisar nas ruas, têm seus bens tomados de assalto, e mesmo que não esbocem qualquer reação são assassinados de forma fria e covarde.

 

No ridículo entender dessas pessoas, os policiais estão impedidos puxar sua arma e disparar um tiro em qualquer desses bandidos fortemente armados, e só podem agir assim no caso de só e somente só, de que tenham sido antes alvejados. Do contrário, serão processados na forma da lei e responderão criminalmente por ter alvejado e matado um bandido durante a defesa da sociedade.

 

Ainda bem que felizmente esse número de pessoas é inexpressivo e não expressa a vontade e a representatividade dessas instituições, criadas para defender o cumprimento da lei, a ação do Estado e de algumas categorias tidas como indefensas. Não dá para compreender o motivo de que para essas pessoas a vida de um policial, de um cidadão de bem vale mais do que a de quem manifesta o desejo e assume a manifesta vontade de roubar, traficar e matar.

 

De maneira deliberada, invertem-se os papéis: defendem os quais devem denunciar e denunciam os que atuam com a representação do Estado em defesa da sociedade, diga-se de passagem, cada vez mais desprotegida. Se essas pessoas somente se limitassem a falar, a expor suas ideologias, tudo bem, seria irrelevante, mas não se contentam com isso, denunciam os agentes da lei em processos escabrosos.

 

Não tenho a menor ideia do entendimento dessas pessoas em reverter a vontade da lei, desconhecer a filologia que estudou e interpretou os textos legais durante sua concepção, edição, apreciação e aprovação. A filologia é uma ciência reconhecida em todo o mundo para o estudo da língua expressada nos textos escritos, com a finalidade de não deixá-los dúbios e manter fielmente o espírito do que se queria dizer quando foram criados.

 

Por falar em espírito das leis, basta recorrer ao pensador, filósofo e magistrado Montesquieu (Charles-Louis de Secondat), na sua obra, “Do Espírito das Leis”, reconhecida e estudada em todo o mundo. Como um iluminista que foi, dissecou o papel dos regimes: tirania, monarquia e democracia, com seus fundamentos, respectivamente no medo, na honra e na virtude.

 

No livro décimo – Das leis em sua relação com a força ofensiva –, capítulo I, encontramos anotado: “A vida dos estados é como a dos homens; estes têm o direito de matar em caso da defesa natural; aqueles têm o direito de fazer a guerra para a sua própria conservação. No caso da defesa natural, tenho o direito de matar porque a vida me pertence, como a vida do que me ataca lhe pertence; do mesmo modo, um Estado faz a guerra porque sua conservação é justa como qualquer outra conservação”.

 

Na repreensão ao crime, como ocorre no Rio de Janeiro, onde políticos corruptos fizeram e ainda fazem pacto com os bandidos, a defesa da sociedade não deixa de ser uma guerra. E nessa guerra, as quadrilhas possuem as melhores armas e munições, as melhores localizações e subjugam toda a sociedade do entorno através do poder do medo e do dinheiro sujo das drogas e dos assaltos.

 

Na visão caolha de alguns desses pseudos defensores dos diretos humanos exclusivos dos bandidos, o se deparar com um criminoso com um fuzil ou uma metralhadora, o policial deve agir tal e qual como nos filmes de bang bang americanos e italianos. Antes de atirar, terá de dar o famoso grito de guerra: saque a arma! Para morrer não precisa tanto sacrifício.

 

Pelo que me parece, essas pessoas do contra são como alguns dos meus amigos de infância do bairro da Conceição, em Itabuna, que iam ao cinema somente para torcer pelos bandidos, com a única finalidade de nos contrariar. Entrava domingo e saía domingo nos filmes do cines Itabuna, Marabá, Catalunha, Plaza e Oásis, e eles sempre levavam a pior. Simples, o crime não pode compensar!

 

 

Radialista, jornalista e advogado

  • Criado em .

 

FRONTEIRAS DO MAL        

Há muito que se sabia que as nossas fronteiras são o caminho mais curto para tráfico de drogas e de armas. Enquanto não se adotem medidas mais duras que possam conter esse tráfico, o país viverá essa dura realidade que hoje afeta toda a sociedade:  o crime organizado manda no Brasil.

 

ATITUDE  

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungman, diz que não faltarão recursos para conter a criminalidade. Vão aumentar o efetivo da PF em mais de 2 mil homens que irão principalmente atuar nas fronteiras. O general Braga Neto que ocupa a Secretaria de Segurança do Rio quer equipamentos, homens e um serviço de inteligência mais atuante.

 

ESCRITÓRIOS DO CRIME       

É preciso jogar duro nos presídios. Acabar com o home office instalado em tudo que é canto país afora. Hoje,  presídios de segurança máxima não oferecem a mínima segurança àqueles que vivem do outro lado do muro. É de lá que saem ordens para matar, seqüestrar, assaltar, explodir e criar o pânico que se instalou no seio da família brasileira.

 

DARÁ CERTO?   

Se a chegada dos generais vai resolver alguma coisa, não sabemos. Saberão eles lidar com “partidos” como o PCC mais estruturados e raivosos? É preciso extirpar esses bandidos e essa classe de políticos que mancham a nossa imagem. Lá como cá, maus exemplos há.

 

RECORDE NO RALLY

DOS MARES    

Ainda em estado que exige cuidados especiais, o colunista Diogo Caldas luta pela sua recuperação na UCI (Unidade Cárdio-Intensiva), do Hospital Calixto Midlej. Bem assistido por uma equipe de profissionais de excelência em medicina aqui no sul da Bahia.

 

OITENTÃO    

O niver do ex-prefeito de Ibicaraí, Henrique Oliveira, aconteceu no último domingo, dia 25 no Clube dos 40 com agito de artistas famosos tipo A Vingadora e Sinho Ferrari.

 

CALDEIRÃO      

 O radialista e ex-vereador Roberto de Souza com Leandro Viana abre o Resenha da Cidade para um debate sobre candidatos a deputados ao pleito de outubro. No sábado que passou, reuniu o advogado Ruy Correia, Rosivaldo Pinheiro e o jornalista Joel Filho.

 

APROVADO!    

Aos 30 anos, Teo Cesar Funke de Araújo, filhote do médico Theovaldo Araújo, emplaca sua carteirinha da OAB depois de diplomado em Direito pela Faculdade Multvix de Vitória (ES). Com a expressiva nota de 8.60

 

RECADINHO INTELIGENTE

A prepotência substituída pelo oportunismo. Não dura seis meses.

 

NEW COLLECTION    

Começou o agito das novas coleções de inverno de griffes famosas assentadas no shopping Jequitibá. Começando pelos sapatos da coleção da Arezzo ganharam tons como o vermelho, verde, roxo, vinho e azul sendo combinados com cores complementares, estampas e brilhos.

 

 

 

 Orlando Júnior com sua mulher Simone Flores comemorando o recorde mundial do Rally dos Mares de 2018.

 


Ex-prefeito de Ibicaraí, Henrique Oliveira, comemorou seu niver de oitenta anos com uma super festança ao lado da família, amigos e correligionários.

 

 
Roberto de Souza continua liderando a audiência na Radio Nacional. É imbatível.

 


Theo agora é advogado de fato e de direito e comemorou com o pai Theovaldo e rio de amigos num almoço no salão de festas do Vivendas do Sol Nascente.

 


Na quinta, dia 2, Paula Maschietto abriu as portas da Arezzo pra mostrar as novidades da coleção de inverno 2018.

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O que antes era tido como uma brincadeira entre amigos e aceito por pais e professores, transformou-se em um problema de proporções gigantesca. Crianças e adolescentes estão sendo humilhados continuamente nas escolas, nas ruas e, principalmente, no meio virtual, as chamadas redes sociais.

 

São vítimas do bullying (palavra em inglês que significa intimidar, amedrontar), quando acontece no colégio, por exemplo, e cyberbullying, quando as agressões são feitas na internet, em e-mails e posts. Segundo pesquisa da ONG Plan, 69% das vítimas do bullying tem entre 12 e 14 anos.

 

“O bullying é uma forma de agressão física ou psicológica sempre intencional, às vezes, repetidamente. Pode ser de uma pessoa ou de várias tendo como vítimas uma pessoa ou diversas; acontece nos mais diversos lugares da comunidade. Nos últimos anos vimos o nascer do cyberbullying que passa a existir como ferramenta de agressão nos meios eletrônicos. Na verdade, o bullying, embora esse nome tenha surgido na década de 1980, é uma prática, infelizmente, secular”, constata o pediatra Claudio Barsanti, presidente da SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo).

 

Segundo ele, estudos apontam que essa prática já se transformou na mais comum forma de violência entre crianças e adolescentes.

 

“O bullying e o cyberbullying tornaram-se um problema de saúde pública, pois temos visto até suicídio de adolescentes que foram vítimas desse tipo de agressão”, destaca.

 

Em geral, as vítimas são aquelas que apresentam alguma diferença com os demais do grupo. Essas diferenças podem ser psicológicas, físicas ou biológicas. São tímidas ou pouco sociáveis, têm baixa autoestima, o que agrava a situação. São incapazes de reagir e não reclamam por medo de ficarem sem acesso à rede. Os agredidos podem desenvolver doenças como angústia, ataques de ansiedade, transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia.

 

Com a internet, o bullying passou de restrito a poucos para atingir um público incontável, pois as redes sociais disseminam as agressões de maneira incontrolável e com muita rapidez, além de permanecer nos meios virtuais para sempre.

 

“A principal diferença entre o bulying e o cyberbullying é que no segundo existe a falta ideia do anonimato, mas o cyberbullying pode ser caracterizado como crime e os pais podem ser responsabilizados”, explica Barsanti.

 

Já o agressor, ressalta, o presidente da SPSP, se sente mais importante e poderoso quando pratica esse tipo de ação. “O agressor tem dificuldade em assumir os problemas e os esconde agindo dessa maneira. Ele é incapaz de dialogar e pode ter sido vítima antes de se tornar um agressor”, informa.

 

Além da vítima e do agressor, o bullying precisa de um terceiro personagem para sobreviver, o espectador, aquelas pessoas que assistem aos vídeos, leem os posts, riem das vítimas e divulgam as agressões.

 

Mas Barsanti adverte que “as mensagens podem ser utilizadas em juízo como prova de crime conforme previsto na lei 13.185, de 2015”.

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Cláudio Zumaeta

 

 

A defesa de um argumento, seja de aprovação ou de repúdio, tem como quesito indispensável, o bom-senso e o compromisso com a verdade. Porém, por vezes, prevalecem os interesses pessoais, disfarçados de altruísmo em defesa da causa pública. Nesse aspecto, não faltarão discursos “inflamados” e tudo o mais que possa levar os indivíduos a “desempenharem seus papéis”, utilizando-se da velha máxima que diz: “para quem não acredita, nenhum argumento é suficiente, e para quem acredita, nenhum argumento é necessário”.

 

Quem tem a maior força, quem detém o maior poder de convencimento, e/ou, quem tem a maior ascendência sobre o coletivo, nem sempre são os mais equilibrados. Dir-se-ia até que é muito mais comum que a força, o convencimento e a ascendência recaiam sobre os mais exaltados. Tais pessoas, quando em posição de domínio, fazem uso da emoção como uma grande aliada para “mexer com os brios” dos seus adeptos, sendo capaz de levá-los de uma explosão instantânea ao fanatismo ideológico em questão de instantes.

 

E é justamente, na exaltação “incendiária”, que alguns buscam a garantia de um melhor resultado, produzindo um maior impacto sobre aqueles que não têm uma posição pessoal definida. Nisto, acredita-se, reside o “magnetismo pessoal” ou a característica do “líder carismático”. Na verdade sua maior qualidade é a coragem de ousar, mesmo quando defende o caos, pois, o motivo real fica por conta da ignorância e comodismo dos que lhe delegaram o direito de pensar e decidir por eles.

 

Exercer a autoridade pode ser suficiente em épocas de estabilidade, mas para um ambiente em constante transformação, quando mudam as regras que determinam estruturas, valores, normas, processos e sistemas é preciso haver liderança. E no exercício do poder, o líder autêntico cria estratégias, determina a direção que a organização deve seguir para alcançar as metas e faz com que seus colaboradores o sigam por estarem convencidos  da  validade  de suas idéias. É importante ter paixão e entusiasmo: líderes autênticos investem tempo e esforço, necessários para criar uma visão de desenvolvimento, compartilhamento, para então transmiti-la e ajudar a inspirar outras pessoas. Enfrentar riscos, ter persistência para alcançar resultados desafiadores, ter coragem, ser ético, construir novos valores de administração, fazer com que as pessoas  se desenvolvam, ajudar as pessoas a encararem a realidade e mobilizá-las para que  façam  mudanças,  são  as  responsabilidades do líder contemporâneo, que ultrapassa   tudo o que se falou e esperou  dos  líderes  do passado.

 

As organizações modernas necessitam de maior velocidade e menor custo nas soluções de seus problemas. Estes aspectos relacionam-se, principalmente, com a necessidade de se estabelecer fortes vínculos no relacionamento, cooperação e aprendizagem entre talentos humanos, facilitando, desta maneira, o desenvolvimento da criatividade, senso de inovação e eficiência; diferenciais de grande importância para o sucesso organizacional.

 

O líder deve atuar em todos os níveis hierárquicos e em todas as áreas da instituição, devendo ser empreendedor e capaz de persuadir. É o desenvolvimento e/ou a superação de si próprio – “Tecnologia Individual”. As organizações passam, por este novo contexto, priorizar a criação de ambientes que as coloquem em estágios mais elevados de eficiência.

 

Sendo assim, as instituições passam a compreender que é fundamental estimular o desenvolvimento de habilidades nas pessoas que integram suas equipes, para manter a organização motivada, construindo culturas e valores mais flexíveis, portanto, com maior poder de adaptação aos novos cenários.

 

 

Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador – BA). Especialista em História do Brasil (UESC, Ilhéus – BA).

 

Mestrando em História Regional

 

e Local (UNEB Campus V, Santo Antonio de Jesus. Membro da Academia Grapiúna

 

de Letras (AGRAL).

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Vivo estivesse, para nosso gáudio e convivência fraternal, José Adervan de Oliveira, a quem dedicamos o editorial de hoje, excepcionalmente com direito a foto (incomum e pela primeira vez neste espaço). Adervan estaria completando nesta data, sob a festa de familiares e amigos, 76 anos de vida.

 

Conhecemos a figura ímpar do jornalista e aficionado pela área gráfica, pelos idos da década de 60, ainda jovens, ele um pouco mais velho, ambos estudando no Colégio Firmino Alves, ele um ano mais adiantado. Mais tarde, ele já casado, fomos nos aproximando da família, dos pais, dos irmãos e irmãs, conhecemos a esposa Ivone, mais tarde as adoráveis meninas Roberta, Andrea e Fernanda, posteriormente os netos. Mantivemos com o genro mais próximo, Tião, uma boa amizade.

 

 

Nunca vimos um flamenguista tão exaltado e ao mesmo tempo tão cordial. Nos respeitava pela escolha do Vasco como o clube do nosso coração e às vezes até torcia pelos cruzmaltinos (desde que fosse pela sua eliminação). Quando fundou, com o também jornalista Ramiro Aquino, o Jornal Agora estávamos juntos e estimulando a iniciativa corajosa. Adervan e Ramiro formavam uma dupla perfeita. Colegas no BB dividiam o tempo entre o banco e a administração da gráfica e jornal.

 

A caminho dos 37 anos de existência do Jornal Agora, em 28 de julho próximo, podemos fazer uma viagem pela história de Itabuna e da região e vermos que a publicação não só faz parte da trajetória Regional mas é uma iniciativa que ajudou a contá-la e a mostrá-la com os olhos da verdade, remontando a história e projetando o futuro.

 

Os seus papos agradáveis, sua experiência, seu conhecimento, seu bom senso, seu espírito conciliador (quando se fazia necessário), sua generosidade e empreendedorismo, fazem uma grande falta a todos nós.

 

Quase um ano sem você, Adervan. Quanta saudade e parabéns pelo aniversário.

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Antonio Nunes de Souza

 

É como uma novela interminável que, diariamente, apresenta um novo capítulo, porém com os mesmos problemas, as mesmas falhas, os mesmos descuidos e, principalmente, as mesmas faltas de vergonha e caráter dos políticos administradores e executivos dos municípios. Principalmente o nosso, que é o que mais me preocupa, fazendo com que esqueçamos que o país está desgovernado nas mãos de bandidos implicados, processados e, absurdamente, cumprindo seus mandatos tranquilamente, protegidos pelas nossas obsoletas e estranhas leis que foram aprovadas por eles mesmos, cheias de aberturas propositais, para que façam seus crimes e saiam imunes!

 

Refiro-me às reclamações que o povo faz, diariamente, contra os aumentos de ônibus, falta de médicos nos postos, colégios caindo aos pedaços, funcionários não recebendo seus salários, ruas esburacadas, saneamento dos piores, moradias sendo entregues com defeitos graves de construção, falta de creches e as que têm, funcionando em estado deplorável, e ainda uma segurança precária (ESSA VERGONHA É NACIONAL), nos deixando dentro dessa roda-viva, ou circo dos horrores, cotidianamente!

 

Deixei para falar separadamente os descabidos descontos e atrasos substanciais nos salários dos professores, causando greves constantes, prejudicando milhares de alunos nos cumprimentos dos seus currículos anuais!

 

Será que é uma praga ter que enfrentar essa podre situação todos os dias e, pelos desejos dos políticos, acreditar que medidas estão sendo tomadas para sanear as pendências?

 

Parece até que sim, pois, por mais que falem, gritem, esperneiem, etc., continuam segurando essa barra pesadíssima e, pior ainda, reelegendo esses prometedores de palanques, achando tolamente, que desta nova vez eles cumprirão o que não pode ser feito!

 

Vamos ser mais enérgicos, ter uma atitude mais solidária, defender os nossos direitos, exigir deveres, uma vez que nós é que estamos pagando seus altos salários. Lembrar sempre a eles que nós é que somos os patrões!

 

(*) Escritor. Membro da AGRAL-Academia Grapiúna de Letras

 

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André Gustavo Lima

 

Estamos no auge do verão. A estação de temperaturas altas, umidade e dias longos é a mais amada dos brasileiros. O sol convida aos passeios, aos exercícios ao ar livre, a ida à praia e à piscina. Mas cuidados são necessários para evitar problemas de saúde e a necessidade de atendimento médico, principalmente com os idosos que podem ser afetados pelo calor com mais intensidade.

 

“São essenciais medidas que possam favorecer a hidratação do organismo e reduzir o calor corporal para evitar a hipertemia, que ocorre quando a temperatura do corpo fica acima de 37,4°C. A temperatura do organismo deve estar em torno de 36°C”, explica o neurologista André Gustavo Lima, membro da ABN (Academia Brasileira de Neurologia).

 

Quanto mais os termômetros sobem, mais necessário se faz ter um olhar especial para as pessoas da melhor idade:

 

“Os idosos têm maior dificuldade em adaptar-se aos dias mais quentes e às temperaturas elevadas e, muitas vezes, em perceber os sinais que o corpo envia, avisando que algo está errado”, adverte.

 

Entre as doenças causadas pelo calor, a hipertemia é a principal delas. Quando há elevação da temperatura, o organismo utiliza várias estratégias para resfriá-lo, como o suor. Então, com a perda de líquido, o corpo se desidratada. A partir daí não tem água suficiente para suar e realizar o processo de resfriamento. Nessas situações, a temperatura pode aumentar, causando sérios riscos à saúde do idoso.

 

“Alguns sintomas podem servir de alerta para esse problema como dores abdominais, contraturas musculares (câimbras), vômito, dor de cabeça, tontura, fraqueza, excesso ou falta de suor, sintomas neurológicos, como irritabilidade, alucinações, delírios, convulsões e coma”, exemplifica Lima.

 

O neurologista ressalta que no calor o idoso pode ficar mais inquieto, sentir-se desconfortável. Por isso, “é fundamental aproveitar os dias mais longos de verão e manter a casa arejada e não esquecer o repelente para evitar dengue, zika e chikungunha. Outro fator indispensável a ser ressaltado são os golpes de calor (insolação), uma forma de doença causada pelas altas temperaturas e que pode ser fatal. A temperatura corporal sobe para valores iguais ou superiores a 40,5ºC e a pessoa desenvolve alterações neurológicas, tais como confusão mental ou inconsciência.”

 

O médico explica ainda que o calor excessivo pode afetar os órgãos internos, causando a destruição das células musculares cardíacas e dos vasos sanguíneos e o diagnóstico pode levar a óbito. A desidratação, pela pouca ingestão de água, ou não se hidratar corretamente, pode ser uma causa preponderante da insolação.

 

Idosos que sofrem de doenças pré-existentes como insuficiência cardíaca, diabetes, enfisema, asma e demência podem piorar durante o verão.

 

“Quando a temperatura está muito elevada, as proteínas do corpo, bem como membranas celulares e enzimas (especialmente na região do cérebro), podem ser destruídas ou apresentar um mau funcionamento. O calor extremo do ambiente afeta os órgãos internos e provoca lesões no coração, nas células musculares, vasos sanguíneos, o que ao prejudicar os órgãos internos pode levar a pessoa a morte”, finaliza Lima.

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