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AVC: Sintomas, riscos, tratamento e acompanhamento

Conhecido mais comumente pela sigla AVC, o Acidente Vascular Cerebral, é popularmente chamado de “Derrame”. Surge em decorrência de um entupimento/rompimento dos vasos responsáveis pela condução de sangue ao cérebro. Este fenômeno provoca uma paralisia de parte do cérebro, que sofre um infarto. Podem ser pequenas, severas, temporárias ou permanentes. O Brasil é um dos recordistas em número de óbitos e incapacidades.

 

Alguns sinais podem servir de alerta para que o paciente busque um atendimento médico rápido. Entre os principais sintomas, podem ser listados:

-Assimetria facial, como o desvio da boca em direção contrária ao lado paralisado; 1-Alterações na própria fala com a incapacidade de nomear objetos, coisas ou articular as palavras normalmente; 2-Perda súbita de visão em, apenas, um dos olhos ou nos dois; 3-Dificuldade em andar, decorrente de desequilíbrios, redução da força em um dos membros inferiores ou alterações na coordenação motora, parecendo andar como um bêbado; 4-Confusões mentais, podendo chegar a crises convulsivas associadas à perda da consciência; 5-Fraqueza em alguns membros que pode ser suave ou alcançar a paralisia total, que geralmente se inicia com formigamentos e uma leve perda de força; 6-Dores de cabeça intensas e desequilíbrios associados a náuseas ou vômitos; 7-Coma, sinal de extrema gravidade do AVC.

 

Há dois tipos de AVC’s, o isquêmico que provoca o entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro, responsável por até 85% dos casos, e o hemorrágico causado pela ruptura de um vaso do cérebro, dentro ou a redor do cérebro levando a sangramento. Tem maiores chances de ter um AVC: obesos, sedentários, com colesterol alto, diabéticos, fumantes, alcóolatras, que tiveram ameaças de derrame, hipertensos e idosos. Seja qual for a causa e embora os sintomas não sejam uma exclusividade desses pacientes, as sequelas de um AVC costumam se instalar com rapidez, prejudica a capacidade física e o estado emocional. Recomendação: qualquer suspeita, procure emergência hospitalar.

 

Após a intervenção médica com períodos de internação em muitos casos, o paciente retorna ao lar, mas há a necessidade de uma reabilitação bem conduzida para evitar sequelas graves. Há medicamentos que se administrados até pouco tempo após a ocorrência reduzem o grau de invalidez nos pacientes com AVC do tipo isquêmico. A Fisioterapia e a Fonoaudiologia tem um papel muito importante na etapa de reabilitação, sendo capaz de prevenir possíveis complicações, resultando em maior expectativa de vida e mais qualidade de vida ao paciente. Exercícios simples de movimentação, voltados ao fortalecimento e alongamento dos músculos, treinos de equilíbrio e estímulos que visem o restabelecimento sensorial, são algumas atividades que a Fisioterapia utiliza de acordo com o quadro de cada paciente. Com o progresso individual de cada um, as atividades iniciais podem ser modificadas, alcançando novos desafios até a recuperação total do paciente.

 

São déficits após um AVC a deficiência motora, visual, de deglutição, linguagem, de percepções, memória, humor e é importante ressaltar que o processo de reabilitação parcial ou completo está relacionado com o tipo de lesão e sequelas do AVC. Com a atuação precoce, bem direcionada e eficaz, o paciente pode retornar, gradativamente, à sua independência desde a atividades simples rotineiras até as mais elaboradas.

 

(*) Material informativo obtido de entrevistas com: neurologistas,

fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, clínicos e fonoaudiólogos.

 

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