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Como era doce minha vida

Da redação (*)

 

Novamente usaremos um nome fictício para esconder as verdadeiras personagens dessa história. Afinal de contas uma delas está muito viva e graças a Deus com muita saúde. Aliás, ele já andou supondo a autoria de quem escreve os causos. João Jorge da Adoração é o nome que adotamos, inspirado em dois nomes muito chegados a ele.

Desde muito criança, pois chamá-lo de pequeno nos remete a um perfil fisiológico não cabível, JJA, como era conhecido, não era chegado a ser econômico na sua gulodice incorrigível. Uma lata de goiabada/marmelada de 600 gramas, daquelas divididas ao meio, uma lata sortida de biscoitos Tupi com vários sabores, bolos e outras guloseimas, muito grapete, crush e outros refrigerantes, eram as comidas preferidas de JJA.

Três casos ilustram essa história. Num deles estava internado no Hospital Santa Cruz, terminantemente proibido de comer alimentos doces e seguindo dieta rigorosa por recomendação médica. Uma enfermeira mais cuidadosa descobriu embaixo do colchão alimentos e mais alimentos proibidos que uma tia levava para o sobrinho querido às escondidas.

Num outro caso, como estudávamos no Ginásio Divina Providência, a turma toda foi assistir uma ação de graças de sétimo dia de um colega muito querido. O padre celebrante teve que interromper a missa até descobrir quem promovia uns ruídos estranhos (croc, croc, croc...), que era o JJA a mastigar uns biscoitos cream cracker que ele levava no bolso da farda.

Para concluir, ele saía de casa uma hora antes de começarem as aulas no Divina. Algum tempo depois descobriu-se o motivo. JJA passava na residência de, pelo menos uns cinco colegas, para tomar um suculento café-da-manhã, sempre bem recebido pelas famílias, com biscoitos, bolos e café com leite.

Até hoje, já passados mais de 50 anos, não era de se estranhar que JJA ganhasse apelidos dos mais diversos, normalmente relacionados com o seu apetite voraz.

 

Histórias romanceadas pela editoria de história do Agora.

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