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O poder da televisão

 A maior rede de televisão do Brasil, a Globo, que por sua audiência notável, pela qualidade de sua equipe e por sua bem montada grade de programação, impõe quais os padrões que devem ser seguidos pelas demais emissoras, anda sendo malhada nas redes sociais e por conta disso vem fazendo concessões em sua programação para se manter no topo.

Já defendemos aqui mesmo e em outros veículos que, apesar de tantas coisas positivas que produz, a mais poderosa emissora brasileira vem pisando na bola nos últimos anos, explorando as mais ousadas cenas de sexo, usando suas novelas e programas para expor suas preferências políticas, religiosas, sexuais e sociais e com isso merecendo as críticas que vem recebendo.

Por um outro lado as emissoras alternativas (SBT, Band, Record, Rede TV, etc), eternas disputantes por um segundo lugar nas pesquisas, ajudam a emissora dos Marinho em sua escalada, dedicando boa parte de seus programas a repercutir o que a Globo divulga. Os programas “das outras” falam muito mais da emissora global do que de si mesmas.

Se o leitor se lembra bem, há alguns anos a Globo não fazia a propaganda que faz a respeito de si própria e de seus produtos, diferentemente do que faz hoje. Passou agora a defender o que já faz a Coca-Cola, que quanto mais vende, mais propaganda faz no mundo todo, só por causa da concorrente Pepsi nos Estados Unidos, que só por lá vende muito.

Mais recentemente, lamentavelmente fruto das pesquisas que faz (o que prova a ignorância dos entrevistados), a emissora está querendo nos empurrar goela abaixo um (a) tal de Pablo Vittar, um (a) péssimo (a) cantor (a) que está, graças ao analfabetismo musical do público brasileiro, entre os (as) melhores de 2017. Isso é lamentável.

Já não basta o marketing em torno do Criança Esperança, que diz ajudar a centenas de instituições pelo Brasil, menos as do Sul da Bahia, onde pelo menos seis delas são absolutamente corretas, institucionalmente legais e que já pediram a ajuda do programa.

Para completar, chegou há poucos dias a 18ª edição do Big Brother Brasil, enchendo a sala de estar dos brasileiros de gente sem a menor importância para vivenciar um “reality” sem qualquer apelo cultural ou social, pagando prêmios milionários, etc.

É importante destacar que falamos de um programa sem qualquer coisa de útil, veiculado em horário nobre, enquanto as melhores pérolas da programação são veiculadas em horários inadequados, praticamente de madrugada.

      As críticas que a Globo vem recebendo, em boa parte, são muito justas.

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