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Um Natal emocionante

Para muitos o Natal é uma festa muito triste, onde continuamos a ver a pobreza nas ruas, os abrigos em dificuldade e o bom velhinho (alcunha do Papai Noel) esquecido dos mais pobres. Um Natal onde as casas mais carentes não têm chaminés, quando muito um pequeno frango assado em lugar do peru.

      Para outros o Natal é uma festa muito alegre, onde as ceias natalinas de perus, avelãs, nozes e ameixas enchem as mesas, os presentes (para a alegria do comércio) e as bolas e luzes enfeitam as árvores de Natal. Onde as meias amanhecem cheias e a champanhe corre solta nas taças dos mais ricos. De qualquer sorte, festeja-se o nascimento de Cristo.

      Lembramos agora de uma história, absolutamente real e emocionante, acontecida aqui mesmo em Itabuna, quando um conhecido lojista fechava as portas de sua sortida loja de confecções e calçados no dia do Natal. Podia comemorar as boas vendas do ano.

Nas festas anteriores sempre às vésperas do Natal aparecia um homem, de aparência envelhecida pela dureza da vida que levava, apesar de não ter chegado ao 50 anos, para pedir uma ajuda ao comerciante de 5 ou 10 reais. Naquele ano o comerciante estranhou que o homem não aparecesse no dia 23.

Eis que, justo na hora em que antecipava o fechamento da loja, para liberar os funcionários, chega o homem. Eram 16 horas do dia 24, portas quase cerradas e ele trazia nas mãos um amassado saco. O empresário, já irritado porque não daria tempo para as compras de Natal da família, quase dispensou o homem: “Hoje não tenho nada para lhe dar” disse apressado.

O homem retrucou: “Hoje não quero nada do senhor. Vim retribuir o que tenho recebido. Trouxe essa meia dúzia de ovos para a sua ceia de Natal.”

O comerciante quase caiu de costas. Não esperava a generosidade daquele homem, que olhando bem, parecia Jesus. Reabriu a loja. Sabia que homem tinha mulher e três filhos de 10, 9 e 8 anos. Tirou da bancada roupas e calçados para as crianças. Na loja vizinha, ainda aberta, comprou um lindo vestido para a mulher e roupas, sapatos e meias para o homem e sua mulher.

Em seguida ligou para a mulher dele: “Temos mais cinco convidados para o nosso jantar. É surpresa!” Levou o homem ao barraco pobre do São Pedro. Confirmou o convite e mandou que todos tomassem banho num riacho próximo e vestissem os presentes.

Passou rapidamente no shopping e comprou qualquer coisa para a sua mulher e para os filhos. Quando chegou em casa, acompanhado dos convidados, o jantar estava pronto para ser servido. Pensou: “Foi o melhor Natal de minha vida!”

Boas festas!

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