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Domingueiras também às quintas

Neste espaço já falamos de tudo. História, política, futebol, rádio, enterros... Hoje vamos falar de coisas do cotidiano. Um dia desses qualquer falaremos do Jardim da Praça Olintho Leone, que já foi chamado de Jardim da Prefeitura. Ali começaram aos domingos muitos namoros que viraram casamentos e até divórcios. Mas esse é assunto para futuro próximo.

Nossa história hoje, coincidência ou não, começa no jardim da praça da Prefeitura. Era hábito, ali pela década de 60, que o jardim “fechasse as suas portas” por volta das 22 horas. Ou melhor dizendo, era como se falasse à época, “se soltou o homem nu”.

Onde hoje é o Banco do Brasil funcionava o Itabuna Clube, entidade de cunho social que, como clube, abrigava um número importante das principais famílias de Itabuna e que todos os domingos iam ao clube para dançar de rosto colado, beber e se divertir.

Na época três figuras se sobressaiam no Itabuna Clube: o presidente Adélcio Benício dos Santos, um advogado durão que alguns consideravam mal-educado, o porteiro Jacinto, sempre a tentar elevar as calças com os cotovelos e o diretor social Jorge Vasconcelos, também conhecido por Jorge Tomate, hoje importante secretário municipal, que organizava as tradicionais e bem concorridas domingueiras ao som da banda de Joel Carlos. E a festa rolava até às primeiras horas da segunda-feira.

Numa dessas noites, entusiasmado com a casa lotada e “gente saindo pelo ladrão” o diretor social viu que um domingo só não era suficiente para atender aos bailes ou outros eventos sociais que o clube promovia.

E foi dentro desse entusiasmo juvenil que Jorge Vasconcelos interrompeu a festa, pediu para os músicos pararem os seus acordes, pegou o microfone e anunciou:

“A partir desta semana as domingueiras do Itabuna Clube também serão às quintas-feiras...”

Que nome teriam... só Jorge para explicar.

 

Texto romanceado pela Editoria de História do AgOra

  • Criado em .

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