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Histórias do rádio: A boate Ypacaraí

Da redação 

Na Rádio Clube (a primeira emissora de rádio de Itabuna, hoje com o nome mudado para Rádio Nacional), fins da década de 50, havia um programa chamado “Boate Ypacaraí”, que era apresentado pelo futuro e brilhante advogado Jorge Neme.

Apesar de ser produzido em estúdio, o programa procurava passar a impressão para o ouvinte de ser transmitido ao vivo, da referida boate e apresentava os ruídos ambientais característicos de uma casa noturna, como tilintar de copos, murmúrios, música, etc.

Entre uma música e outra tocada pela “orquestra” da boate, o locutor Jorge Neme costumava mencionar a presença de alguns convidados. Em certa noite, criativo como ele só, Jorge anunciou a suposta presença na boate dos insuspeitos senhores Ottoni José da Silva, Maurício Manoel Midlej e Joseph Rafle Salume, três respeitáveis nomes da sociedade grapiúna e não dados a frequentar as boates locais.

O drama maior viria a acontecer mais tarde quando os ilustres cidadãos chegaram em casa depois da meia-noite. As ciosas esposas, dona Eva, dona Jaó e dona Daid, todas ouvintes do programa e que imaginavam ser o mesmo feito numa boate, estavam naturalmente de cara amarrada.

Era que os seus dedicados maridos deveriam estar, àquela hora, especialmente em noite de quarta-feira, numa importante reunião da Loja Maçônica Areópago Itabunense, entidade a que orgulhosamente pertenciam.

Até que eles explicassem que aquilo era invenção do Jorge Neme, houve uma greve nada agradável para eles.

(*) Texto romanceado da Editoria de História do Agora

  • Criado em .

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