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Você faz amor, sexo ou transa?

Vendo o título parece que vou me restringir a três modalidades de coisas, mas, na realidade, os três procedimentos, ou comportamentos, são completamente interligados, havendo somente o tipo de sentimento que está aflorando ou envolvido no momento da realização!

No primeiro caso trata-se de uma união carnal vivida por duas pessoas apaixonadas (sejam que gêneros forem) que, no auge das suas sonhadas paixões, estão desfrutando de um momento que consideram sublime, e que somente com a participação total do “tal amor” ele tem sentido de estar sendo realizado.

É bonito, agradável, prazeroso e, verdadeiramente, confundido como se fosse uma obra divina, sem a mínima possibilidade de pecado! Esse primeiro caso é muito visto nas novelas de TV e alguns filmes voltados para essa vertente. Não tem idade para que aconteça, uma vez que o romantismo, muitas vezes acompanha as pessoas até o fim da vida!

No segundo caso, que é o de fazer sexo, está com bastante evidência entre todos, que, tendo seus relacionamentos, onde se identificam, sentem a famosa química, a tal de pele, etc., se entendem, namoram e, sem as cerimônias dos apaixonados, fazem sexo com as maiores liberdades, sem os pudores dos pecados, as condenações da sociedade, usando de suas vontades e liberdades, se satisfazem e se divertem, sem nunca pensar em compromissos de matrimônios, ou morarem juntos. Esses unem as camas, mas continuam com suas casas separadas!

São fiéis enquanto a atração continua atuando e estimulando a tesão dos dois, ou até de um lado só! Curiosamente, tem casos que a duração desse comportamento torna-se tão duradouro que se confunde com o tal amor!

Já a terceira forma, que é a mais liberal de todas, pois, sem nenhuma dúvida, trata-se de atender a uma necessidade fisiológica comum e normal, como comer, fazer xixi, respirar, dormir, etc., e sendo assim, transar passa a ser um atendimento das necessidades corporais humanas (nos animais em geral). Nesse caso não existe amor, não existe paixões repentinas, nem pele, nem química. O que existe na verdade é a oportunidade unida a necessidade orgânica, do parceiro ou parceira e, sem pestanejar transar gostoso, sentir seus prazeres. Depois, cada um sorrindo e feliz vai para sua casa. E, se foi bom e gostaram, procurarão o mesmo parceiro, ou parceira futuramente para repetir a dose!

Sinteticamente, essas são as formas normais das realizações sexuais, suas nuances e alguns detalhes que, muitas vezes, não são atentados pelos praticantes!

Leia, pense e reflita, sinceramente, se você faz amor, sexo ou transa!

 

Antonio Nunes de Souza 

(*) Escritor. Membro da AGRAL-Academia Grapiúna de Letras

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