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ACABOU A FARRA DOS ABADÁS?         

Bem que a gente desde o ano passado previa o fenômeno: o carnaval da Bahia mudou. Saíram os blocos e entraram os camarotes.

 

ENCOLHEU    

Dos mais de 28 blocos que saíam nos circuitos apenas 13 ainda conseguiram chegar lá. Nem o tradicional Corujas puxado por Ivete saiu esse ano. O Papa-Léguas outro bloco tradicional da capital também alegou custos altos e não participou.Cerveja e Cia também ficou de fora.

 

CARNAVAL ELITIZADO        

Os camarotes são a nova onda do carnaval baiano. Luxuosérrimos. Caréssimos e cheio de peculiariadades. Espaço para 4 mil pessoas por noite. Bufês sofisticados. Bandas, artistas e DJs famosos. Virou um clube social da elite.

 

O TROCO COM A PIPOCA     

Prá não deixar morrer o carnaval de rua que explodiu em todo o país, os coordenadores da folia baiana responderam depressa: botaram nas ruas Trios sem cordas para o pipoca. Pensando bem, esse negócio de camarote é só onda e vai passar.

 

QUEM PARTIU        

Para o Rio e com retorno previsto para domingo, Urandi e Márcia Riella. Curtiram no domingo passado a Banda de Ipanema. Já o casal Elaine e Paulo Carletto preferiu as delicias do litoral do Arraial D’Ajuda. Paraíso dos chiques e famosos.

 

RECADINHO INTELIGENTE

 

NÃO SEI QUANDO TERMINA ANITTA E COMEÇA PABLO VITTAR. BOSTÉTICOS.

 

ESTÁVEL    

O colunista social Diogo Caldas foi submetido a um procedimento cirúrgico, mas já está em franca recuperação na UCI (Unidade Cardio Intensiva) do Hospital Calixto Midlej. Sob os cuidados de um profissional que é excelência na medicina regional: José Rebouças.

 

INDIGESTOS         

Sambas-enredos com duras críticas à situação da violência e da criminalidade no Rio fizeram com que a tradição mudasse de conceito entre as escolas de samba cariocas. Com isso, a Beija-Flor de Nilópolis sagrou-se pela 15ª vez campeã. A surpresa ficou por conta da Paraíso da Tuiuti. E a verde/rosa do meu coração ficou em quinto. As escolas de samba estão cada vez mais técnicas e se afastando das suas raízes.

 

Legendas:

A veterinária Iracema Hage que responde pela Provet e seu maridão Carlos Ferraz celebrando Bodas de Pérola. Ou seja, 30 anos de cumplicidade.

Congratulations.

 

 

Ana Dórea, Nilsinho Ramos e Kleber Monte em evento social no Torres das Nações.

 

Família Correia liderada por Geraldo, o sobrinho Cassemiro e os filhos Geraldinho e Thirza.

 

O jornalista Walmir Rosário ex-editor do Agora é residente da histórica Canavieiras onde exerceu cargo de assessor de imprensa no governo do ex-prefeito Almir Melo.

 

Geraldinho Correia e Verônica: love is in the air.

  • Criado em .

Sou pequeno empresário e contratei uma funcionária para trabalhar como caixa, sem analisar seus documentos e acreditando nas suas informações. Não assinei imediatamente a carteira de trabalho a pedido dela e após dois meses ela me informou que está grávida e possui 17 (dezessete) anos de idade. Meu contador me informou que não posso assinar a CTPS por causa da idade. Se eu não a assinar, ela não poderá receber os benefícios da previdência. O que faço? Paulo Cesar.

 

A consulta diz respeito aos limites de idade que permitem a contratação de menores como empregados e sua respectiva proteção legal. A Lei nº 9.029/95, que proíbe a adoção de práticas discriminatória da relação de trabalho, prevê no art. 1º que: fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menos previstas no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição da República Federativa do Brasil (CRFB), quais sejam: a proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.

Some-se a isso a regulamentação do trabalho do menor por meio dos artigos 402 a 441 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o Capítulo V da Lei 8.069 de 13 de julho de 1990 que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A capacidade jurídica do menor para ser contratado como empregado surge a partir dos 16(dezesseis) anos de idade. Antes, no entanto, o menor pode ser contratado para trabalhar como menos aprendiz, por meio do contrato de aprendizagem. Trata-se de um contrato de trabalho especial, formalizado por escrito e com prazo determinado, por meio do qual se assegura ao maior de 14 (quatorze) anos até o limite de 24 (vinte e quatro) anos, inscrito em programa de aprendizagem, formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico.

No caso consultado o empregador não poderia sequer tê-lo admitido sem Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), tendo, inclusive, o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para anotá-la e devolvê-la à empregada (art. 29 da CLT), sob pena de pagar multa. Conclui-se, que o empregador não apenas pode, mas deve assinar a CTPS da sua empregada, menor de 17 (dezessete) anos, procedendo aos recolhimentos previdenciários e sociais em atraso, especialmente porque a menor encontra-se grávida e, como tal, possui garantia constitucional de uma relação de emprego protegida contra justa causa, ou seja: possui estabilidade.

 

Advogado. Pós-graduado em Direito Público e Privado. Membro-fundador da Associação Sul Baiana de Advogados Previdenciaristas (Asbap). Membro-idealizador-fundador e Vice-presidente da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (Aljusba) e autor dos livros “Breves Análises Jurídicas”, “Dicas de Direito Imobiliário” e “Dicas de Direito Previdenciário” (Direitos Editora). Itabuna – Bahia /

(73) 98852 2006 – 99134 5375 e 3613 2545.

 

Os interessados em enviar perguntas sobre Direito Trabalhista ou Previdenciário para Dr. Vercil Rodrigues, encaminhar para os e-mails: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Firmino Rocha

 

Adeus luares de Maio.

Adeus tranças de Maria.

Nunca mais a inocência,

nunca mais a alegria,

nunca mais a grande música

no coração do menino.

Agora é o tambor da morte rufando nos campos negros.

Agora são os pés violentos ferindo a terra bendita.

A cantiga, onde ficou a cantiga?

No caderno de números o verso ficou sozinho.

Adeus ribeirinhos dourados.

Adeus estrelas tangíveis.

Adeus tudo que é de Deus.

Deram um fuzil ao menino.

 

(*) Poeta itabunense (*7.6.1919-Itabuna +1.7.1971-Ilhéus). Este poema, de indizível beleza e rara oportunidade, está inscrito no prédio da ONU.

Aqui reproduzido como homenagem do Jornal Agora, quando em pouco de mais de um ano será comemorado o centenário do poeta maior.

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Cláudio Zumaeta

 

Quintus Horatius Flaccus, ou somente Horácio, filósofo e poeta romano escreveu um dia (para toda a eternidade) este poema: “Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você. Com os adivinhos da Babilônia não brinque. É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho. Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar. [...] Seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo reescale suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós. Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Podemos sempre ser melhores. Basta pensarmos melhor”. Genial, Horácio, obrigado!

Aqui estou eu agora devotando meu tempo “ciumento” para dizer carpe diem a poesia, ou melhor, os anos passam sempre (em verdade somos nós que passamos e não os anos...) e sempre haverá alguém, renascido, quem sabe, pelo toque poético do Amor, em algum lugar ou num momento qualquer da vida que de repente para tudo que está fazendo e pergunta: vale a pena viver se não for por Amor? Valerão à pena os dias que se sucedem comezinhos, sem poesia?... Não!

Nada vale a pena sem o Amor e sem a alegria do conhecimento, da descoberta, do renascimento poético! Por isso, amanhã, acorde inventando um dia inteiramente novo! E grite se for preciso ou imprescindível. E grite mesmo que não seja preciso ou imprescindível! Bata no peito e grite: seja bem-vinda Poesia! Tome conta de mim, da minha vida! Depois dance um pouco. Dance com alguém que você ama, se este for o seu desejo. (Dance sozinho se estiver sozinho). E esqueça suas vergonhas. Viva!

Mas, não se esqueça que Fernando Pessoa também escreveu isso para você: “não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!”

      O Amor é súbito, zombeteiro e revolucionário! Nem mesmo o Tempo pode aprisioná-lo. E quando o Amor acontece ignora limites, espaços, conceitos, e, claro o Tempo... Pois o Amor existe desde quando e se manifesta desde sempre... Nas mãos do Amor somos crianças e tudo que queremos é brincar de vida! Brincar de ser feliz! Assim, o Amor se reveste de poesia e se deixa surpreender, para nos surpreender de felicidade!

      No meu tempo de poeta um dia escrevi: luas e cristais / crisântemos de marfim / flores e frutos / vinhos de Benjoim... Se você soubesse de mim, da minha aflição... Talvez pudesse me responder: que mistério é esse, coração?!

Quando chegar a sua vez e você se decidir pelo Amor e pela Poesia, ligue o som bem alto e cante com Djavan: “O seu amor, reluz que nem riqueza, asa do meu destino. Clareza do tino: pétala de estrela caindo bem devagar... Oh! meu amor! Viver é todo sacrifício feito em seu nome. Quanto mais desejo um beijo, um beijo seu, muito mais eu vejo gosto em viver, viver! Por ser exato o amor não cabe em si. Por ser encantado, o amor revela-se. Por ser amor, invade e fim!”

E enquanto estiver usufruindo daquele momento, pense e sinta que não haverá outro momento como aquele... Carpe Diem! Eis tudo que podemos fazer na vida!

 

Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador – BA). Especialista em História do Brasil (UESC, Ilhéus – BA). Mestrando em História Regional e Local (UNEB Campus V, Santo Antonio de Jesus. Membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL).

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Finalmente está começando 2018, pois somadas festas de final de ano, férias, carnaval antecipado, Iemanjá, carnaval oficial, eis que aos poucos vamos retomando as atividades normais. Usamos 45 dias do ano e pouco produzimos. A mania em deixar tudo para depois do carnaval, além de um hábito nefasto e improducente, deixa o país andando para trás. E como isso não ocorre em todas as regiões, em alguns lugares, passado o ano tudo volta ao normal.

Para não parecermos pessimistas encontramos exemplos por aqui mesmo. Em janeiro tivemos ações da CDL, ACEI, Sindicom (que estão de presidentes novos), Prefeitura (que sob “fogo amigo” dispensou o companheiro Kleber antes do carnaval), Câmara (que está de assessor novo, Fábio Luciano, nomeado também antes do carnaval), o Agora que contratou Vera Rabelo de volta (grande pedida), ONGs e Sindicatos continuaram em atividade, etc.

Se formos buscar exemplos lá fora vamos ver que o sul, sudeste e outras regiões não pararam. As intempéries climáticas naturais, ora seco como no nordeste, ora muita chuvoso, pelo que vimos nos órgãos de imprensa, não impediram que os produtores trabalhassem, mesmo sob perdas e lamentos. As más línguas continuaram a se manifestar abundantemente. Falar mal de Lula, Temer, o “soltador” Gilmar Mendes e outros de maior ou menor grau, não deixaram de ser uma prática muito comum entre nós, brasileiros, especialmente nos salões de beleza e palacianos.

O leitor poderá perguntar: “E a classe política?” Continuou trabalhando (a seu favor e contra o Brasil, é claro), armando mutretas, construindo as pontes (sem qualquer alusão à ponte do jegue recentemente inaugurada pela Prefeitura de Itabuna) que a levarão a salvaguardas seguras. Essa turma não se emenda mesmo!

Por falar em Sindicatos (e aí se juntam estudantes e partidos políticos) chegamos à questão do aumento das tarifas dos ônibus urbanos, de R$2,85 para R$3,30. Nos espanta que os nossos companheiros da chamada “imprensa livre” tenham dito que foi um movimento pacífico, sem violência. Ora, se impedir a população de ir e vir, esvaziar pneus, fazer barreiras, atravancar o trânsito, não é violência, os nossos conceitos sobre violência precisam mudar urgentemente.

Nossa opinião é “a favor de um aumento”. Afinal, tudo subiu. Não se compra mais insumos ao preço de um ano atrás. A discussão é se o aumento não poderia ser menor (R$3,00/3,10). Tem que ter também um serviço melhor, com ônibus confortáveis e não algumas sucatas que andam por aí. Mas aí, entra outra questão: e como ficaria o papel dos Sindicatos? Haveria ou não manifestações de qualquer jeito? Que relatórios eles mandariam para as suas centrais?

Quem souber responder, responda. Mas não precisam nos considerar “más personas”, como tentaram fazer, de forma maldosa, com o apresentador Tom Ribeiro, da TV Record / Cabrália, por conta de suas opiniões no Balanço Geral.

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CINQUENTA PONTO 0IT0          

Aos cinquenta e oito anos, o gastro Irani Salomão comemora seu birthday de bem com a vida ao lado da família e dos seus muitos amigos. Com direito a churrasco e uma seleção de cachaças da maior qualidade.

 


Charles, inesquecível e um nome sempre lembrado nas rodas da alta sociedade regional

LEMBRANÇAS   

No último dia 31, foi o niver de Charles Henry. Um ícone do colunismo social do sul da Bahia. Responsável pela maioria de eventos tops aqui no eixo desde concurso de Misses passando por festas de Debutantes até os Bailes   de gala que reuniam chiques, ricos e famosos dos anos dourados.

 


Caboclo Alencar ao lado da sua Neusa na festança do Beco.

O REI DA FESTA          

Um dos ícones mais prestigiados da boêmia itabunense o caboclo Alencar Pereira agita o Beco do Fuxico com a comemoração do seu niver. Que aconteceu na sexta, dia 2, mas que foi celebrado com festas no sábado, dia 3, quando os “alunos disciplinados” da ABC da Noite se reúnem para um encontro semanal com direito a batidas de gengibre, de maracujá, de pitanga e resenhas politicas, etílicas e picantes.

 

 


O aniversariante Saló com sua funcionária de mais de 20 anos, na Gastroclinica: a supercompetente Cida Araújo.

 


Carla Macedo aposta na sua experiência na área de saúde e toma posse na direção da FASI.

MUDOU          

O ano de 2018 começa com mudanças na área administrativa. O prefeito Fernando Gomes quer azeitar a máquina e promove alterações no quadro de primeiro e segundo escalões. Uma delas foi a mudança na direção do HBLEM com a nomeação de Carla Macedo.

 

 


Mulherio elegante no niver de Saló: Veruska Almeida mais Elaine Carletto mais Vanessa Almeida mais Rita Mafuz mais Claudia Dórea.

 


Saló com Claudia mais Elaine e Maria Paula Carletto.

 


Saló com Claudia mais os filhotes Rafa e Reinaldo.


Neyva emplacando oitenta ponto zero ao lado da família.

OITENTONA          

Comemorando discretamente os seus oitenta anos, a ex-vereadora Neyva Monteiro veio de Salvador, reuniu a família e celebrou essa data marcante ao lado de filhos e netos, na casa da filha mais velha, Cristiane.

 

RECADINHO INTELIGENTE

 

Incompetente e debochado, o engomadinho é cafona até na roupa que veste. Perdeu o senso do ridículo.

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Trabalho há mais de cinco anos na mesma empresa e há sete meses tive uma briga dentro da empresa com um colega de trabalho, chegando a ter agressões físicas recíprocas. O fato foi comunicado para a Delegacia e para empresa. Um dos sócios estava viajando e ele somente teve conhecimento do fato recentemente e agora quer me desligar por justa causa. Soube que a empresa tem 30 (trinta) dias para aplicar a justa causa, mas não sei se é verdade. Alberto Fábio.

 

A situação posta sob observação diz respeito a uma das formas de rescisão do contrato de emprego: a dispensa por justa causa. A previsão legal reside no art. 482 da CLT e tem diversas hipóteses com conteúdo ora subjetiva ora objetivo, dentre elas pode-se citar o ato de improbidade; a incontinência de conduta ou mau procedimento; a incontinência de conduta ou mau procedimento; a negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço; a condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena; a desídia no desempenho das respectivas funções; a embriaguez habitual ou em serviço; a violação de segredo da empresa; o ato de indisciplina ou de insubordinação; o abandono de emprego; dentre outros.

Para que se aplique a dispensa por justa causa não se pode esquecer alguns princípios, tais como: o Princípio da gravidade da infração, segundo o qual a falta tem que ser tão grave que faça desaparecer a confiança (boa-fé) que empregado e empregador nutrem entre si e impeça a continuidade do vínculo; o Princípio da proporcionalidade da aplicação da pena, segundo o qual a falta de menor potencial ofensivo não pode ser punida com a penalidade máxima (justa causa) e o princípio da imediatidade, segundo o qual a falta tem que ser punida imediatamente após a ciência do fato, sob pena de ser considerado o perdão tácito. Isto justifica-se porque o empregador possui o poder diretivo da empresa, que significa dizer que é o empregador quem tem obrigação de organizar, controlar, fiscalizar e punir o empregado, sempre observando o fins pedagógicos, a boa-fé, a proporcionalidade e razoabilidade, afastando, assim, atos em excesso ou abusivos dos empregadores.

 Nesse contexto, o empregador tem a obrigação de apurar os fatos e verificar se incide na hipótese o art. 482 da CLT para só então exercer o poder disciplinar, que é a aplicação da justa causa. Esse raciocínio leva à conclusão de que o empregador deve aplicar a sanção cabível tão logo tenha conhecimento do fato grave, justamente porque não se admite que a apuração de atos faltosos se eternize ou que deles tendo conhecimento concretamente o empregador se mantenha inerte. Portanto, seja na doutrina, seja na jurisprudência, não há margem de dúvida no sentido de que a punição ao empregado faltoso deve ser imediata, tão logo seja de conhecimento do empregador ou ao final da apuração em tempo razoável, sob pena de o empregador perder disciplinar e incorrer no perdão tácito. Conclui-se que o Sr. Alberto foi perdoado tacitamente e não pode ser dispensado por justa causa, em face do decurso do tempo.

 Advogado. Pós-graduado em Direito Público e Privado. Membro-fundador da Associação Sul Baiana de Advogados Previdenciaristas (Asbap). Membro-idealizador-fundador e Vice-presidente da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (Aljusba) e autor dos livros “Breves Análises Jurídicas”, “Dicas de Direito Imobiliário” e “Dicas de Direito Previdenciário” (Direitos Editora). Itabuna – Bahia /

(73) 98852 2006 – 99134 5375 e 3613 2545.

 

Os interessados em enviar perguntas sobre Direito Trabalhista ou Previdenciário para Dr. Vercil Rodrigues, encaminhar para os e-mails: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Da redação (*)

 

Novamente usaremos um nome fictício para esconder as verdadeiras personagens dessa história. Afinal de contas uma delas está muito viva e graças a Deus com muita saúde. Aliás, ele já andou supondo a autoria de quem escreve os causos. João Jorge da Adoração é o nome que adotamos, inspirado em dois nomes muito chegados a ele.

Desde muito criança, pois chamá-lo de pequeno nos remete a um perfil fisiológico não cabível, JJA, como era conhecido, não era chegado a ser econômico na sua gulodice incorrigível. Uma lata de goiabada/marmelada de 600 gramas, daquelas divididas ao meio, uma lata sortida de biscoitos Tupi com vários sabores, bolos e outras guloseimas, muito grapete, crush e outros refrigerantes, eram as comidas preferidas de JJA.

Três casos ilustram essa história. Num deles estava internado no Hospital Santa Cruz, terminantemente proibido de comer alimentos doces e seguindo dieta rigorosa por recomendação médica. Uma enfermeira mais cuidadosa descobriu embaixo do colchão alimentos e mais alimentos proibidos que uma tia levava para o sobrinho querido às escondidas.

Num outro caso, como estudávamos no Ginásio Divina Providência, a turma toda foi assistir uma ação de graças de sétimo dia de um colega muito querido. O padre celebrante teve que interromper a missa até descobrir quem promovia uns ruídos estranhos (croc, croc, croc...), que era o JJA a mastigar uns biscoitos cream cracker que ele levava no bolso da farda.

Para concluir, ele saía de casa uma hora antes de começarem as aulas no Divina. Algum tempo depois descobriu-se o motivo. JJA passava na residência de, pelo menos uns cinco colegas, para tomar um suculento café-da-manhã, sempre bem recebido pelas famílias, com biscoitos, bolos e café com leite.

Até hoje, já passados mais de 50 anos, não era de se estranhar que JJA ganhasse apelidos dos mais diversos, normalmente relacionados com o seu apetite voraz.

 

Histórias romanceadas pela editoria de história do Agora.

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