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COME BACK         

Os secretários da Administração, Son Gomes e da Assistência Social, Sandra Neilma estão de volta ao batente. Depois de uma peleja na justiça, os dois reassumiram seus postos.

Merecidamente.

 


Primeira-dama do município reassume a pasta da SAS.

 

TRIO DA PESADA         

Três nomes que merecem respeito nesse complexo e muito louco universo da Comunicação: Walmir Rosário, ali em Canavieiras; Giorlando Lima, ali em Conquista; e finalmente, Valério de Magalhães, ali em Ilhéus.

 


Valério de Magalhães integra um time de jornalistas que merecem respeito e admiração.

 

RECADINHO INTELIGENTE

O engomadinho perdeu o norte. Mais perdido que cego em tiroteio, continua posando e perdendo tempo. Finge que manda e os bestas: fingem que acreditam.

 

AGRADECIMENTO         

 A família do colunista Diogo Caldas está agradecendo à equipe médica do Hospital Calixto Midlej, principalmente ao pessoal da Unidade Cardio Intensiva(UCI) que o atenderam durante o período em que esteve internado. Gracias maiores vão também para o médico José Rebouças. Incansável, atencioso e profissional de primeiríssima qualidade.

 

FASHION         

A temporada outonal começou forte com lançamentos de grifes famosas nos corredores do shopping Jequitibá. Semana que passou a Hope, a Fórum e a Arezzo montaram desfile mostrando o que vai ditar a moda nesse inverno de 2018. As botas da Arezzo são o must da temporada.

 



                                                                                                       tapete vermelho do Jequitibá arrasando na temporada fashion de inverno 2018

 

PÁSCOA KIDS     

A galerinha miúda vai comemorar a Páscoa com um montão de brincadeiras selecionadas pelo Jequitibá. Até domingo, dia 29, o shopping promove oficinas e recreações gratuitas. Tem mais: um labirinto no lounge Calixto Midlej. Quem chegar primeiro até o ovo da Páscoa leva 5 reais (não associados) e 3 reais para aqueles associados ao Clubinho Jequitibá.

 

E NO MAIS FELIZ PÁSCOA FOR ALL.

 

  • Criado em .

Fábio Túlio

 

O Simples Nacional, modalidade de tributação simplificada para as micro e pequenas empresas, deste ano trouxe diversas mudanças, como a entrada de novas atividades e um novo teto de faturamento para adesão ao programa, que passou de 3,6 milhões para 4,8 milhões. Mas nenhuma nova regra apresentada está se mostrando tão impactante para a gestão dos pequenos negócios como a mudança dos cálculos para as declarações do imposto sobre os rendimentos dessas companhias.

 

Quem é gestor ou pequeno empresário, já percebeu que, apesar do nome, o modelo de tributação com o novo formato de cobrança se tornou mais complicado. A partir de agora, a alíquota usada para definir o valor de imposto a ser pago, que era baseada no faturamento mensal e podia ser acompanhada mais facilmente, passa a ser definida pelo faturamento bruto acumulado dos últimos 12 meses e necessita de constante monitoramento pois, a empresa pode pagar mais se faturar mais, ou o inverso, pagar menos se faturar menos.

 

Em outras palavras, as pequenas empresas vão precisar monitorar de perto e registrar com cuidado todo o faturamento anual, além de fazerem o próprio enquadramento nos limites de faturamento pré-estabelecidos pelo governo, dentro das normas publicadas pela Receita Federal (RF), os chamados Anexos. Dessa forma, o Fisco pode comparar os dados fornecidos, com muito mais assertividade, e evitar casos de corrupção e lavagem de dinheiro, o que é um ponto positivo.

 

Mas por outro lado, as pequenas empresas se tornam muito mais vulneráveis às penalidades da lei, como multas e, em casos mais graves, até a exclusão do Simples Nacional, se não forem capazes de atender os prazos para envio dos dados fiscais ao Governo. E se não fosse o suficiente, o Simples desse ano apresenta mudanças em relação ao Fator R, que é a porcentagem do faturamento destinada a gastos com folha de pagamento, e que não é mais exclusiva do Anexo V.

 

Ou seja, 2018 está se mostrando um divisor de águas para os gestores, no qual quem tiver uma administração consolidada e eficiente terá mais chances de sobreviver no mercado, por questões fiscais! Mas calma, não criemos pânico. Apesar de ter mudado bastante, o Simples Nacional ainda é uma das melhores formas dos pequenos negócios declararem seus rendimentos, por isso, listei abaixo algumas dicas para tornar essa transição mais fácil:

 

1 - Estude as mudanças: Separe um tempo para ler com atenção os novos Anexos do Simples, para optar pelo regime tributário mais vantajoso para a sua empresa porque pode ser que o Simples Nacional não seja o regime mais viável.

 

2 - Converse com sua contabilidade: Equipes financeiras e serviços de contabilidade são elementos importantes para uma boa gestão dos negócios, assim como um bom sistema de gestão, por isso, utilize-os. Não poupe perguntas, e não deixe passar nenhuma dúvida.

 

3 - Faça projeções: Após compreender as mudanças do imposto, planeje como será o andamento do negócio ao longo do ano, reveja o histórico de faturamento dos anos passados, e crie metas e indicadores para servirem de base para as tomadas de decisões que podem impactar nas receitas corporativas. Lembre-se, a alíquota do imposto se ajustará de acordo com seus ganhos.

 

4 - Integre, integre tudo: Mais do que nunca, as áreas que compõem as estruturas de negócios deverão se comunicar entre si para informar as movimentações financeiras, como gastos com compras, folha de pagamento, impostos, e claro, os ganhos Nesse cenário, um sistema de gestão, ERP, completo e automatizado se torna uma ferramenta poderosa para conectar processos de diferentes setores, fornecer insights, e dar uma visão abrangente de tudo o que está acontecendo na companhia.

 

5 - Compartilhe experiências: Por fim, uma dica importante é conversar com outros empresários e empreendedores, trocar ideias. Compartilhar conhecimentos é uma maneira de aprender, sanar dúvidas, e ficar sabendo das novidades.

 

Com as novidades apresentadas esse ano, o novo Simples Nacional é uma oportunidade ímpar para os gestores das pequenas empresas reavaliarem seus conceitos de administração. Por isso, é fundamental não perder mais tempo e já ir atrás das melhores práticas de gestão adotadas pelo mercado, além de um ERP capaz de acompanhar a evolução dos negócios, para garantir o cumprimento das demandas fiscais, que estão se tornando mais exigentes a cada ano que passa.

 

CEO da Jiva, empresa especializada em soluções de gestão dos pequenos negócios.

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Euro Bento Maciel Filho

 

Quis o destino que duas questões absolutamente relevantes para o país, e totalmente independentes uma da outra, se misturassem no cipoal de processos do Supremo Tribunal Federal (STF). De repente, em um mesmo julgamento, foram colocadas, de um lado, a discussão em torno da possibilidade jurídica da chamada “prisão em segundo grau” e, de outro, a prisão iminente de um ex-presidente da República.

 

Essa coincidência deve-se, em grande parte, à própria teimosia do STF, já que, apesar do reclamo da comunidade forense, o tema da “prisão em segunda instância”, que já deveria ter sido revisitado, não foi mais levado a julgamento pelo Plenário. Essa demora só fez crescer a insegurança jurídica pelo Brasil afora.

 

Aqui, é importante dizer que a aplicação da chamada “prisão em segunda instância” não é, nem nunca foi, obrigatória, de tal forma que, lamentavelmente, a sua imposição vem ganhando contornos quase lotéricos, na exata medida em que, dentro de um mesmo Tribunal Estadual/Regional Federal há Magistrados que a aplicam, outros não e, ainda, há aqueles que a impõem segundo o caso concreto.

 

Atualmente, à véspera do julgamento de uma apelação em qualquer Corte de Justiça Estadual, é possível afirmar, sem medo de errar, que nem o jurisdicionado, nem o seu advogado sabem, de antemão, se, no caso de condenação, a tal “prisão em segunda instância” será aplicada.

 

Seguramente, houvesse o STF deliberado a respeito dessa questão e, quiçá, posto uma pedra no assunto, certamente que esse clima lotérico que contamina os julgamentos em segunda instância, bem como toda essa celeuma em torno da prisão do ex-presidente Lula, já estariam definitivamente resolvidos.

 

Agora, da forma como as questões foram “misturadas”, a discussão não pode pender para o lado político, já que existem outros inúmeros jurisdicionados na mesma situação do ex-Presidente. Espera-se que a análise e o debate sejam eminentemente técnicos, com esteio apenas no Direito.

 

Em sendo assim, tomados apenas os aspectos jurídicos para a decisão, já é hora de o STF retomar o seu lugar devido de guardião da Carta Magna, para assim rever e coibir a malfadada prisão em segunda instância.

 

Porém, de toda forma, é forçoso reconhecer que essa mistura de assuntos em torno de um mesmo processo foi um grande erro, pois, da forma como está, a decisão eventualmente proferida dificilmente pacificará a questão. Afinal, se a ordem for concedida, assim evitando a prisão do ex-Presidente, dirão que o STF apequenou-se e cedeu de forma casuística. Sob um outro prisma, se o habeas corpus for negado, dirão que a decisão foi tomada com base em aspectos políticos e que, por isso, não será definitiva.

 

Enfim, da forma como os dois temas acabaram se misturando – o que muito se lamenta –, seja qual for, a decisão adotada ao final não irá agradar a ninguém e, certamente, será duramente criticada.

 

Advogado e professor de Direito Penal e Processo Penal, mestre em Direito Penal pela PUC-SP e sócio do escritório Euro Filho e Tyles Advogados Associados

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ENFIM, O TEATRO!         

Passados doze anos, finalmente as obras do Teatro Municipal vão ser reiniciadas. Graças à iniciativa do prefeito Fernando Gomes que conseguiu recursos que chegam a 20 milhões. Um sonho que vira realidade.

 


Governador Rui Costa com o prefeito Fernando Gomes e artistas celebrando a chegada do Teatro Candinha Dórea

 

PRA JÁ!         

Falando na assinatura da Ordem de Serviço da construção do Teatro, o governador Rui Costa cobrou do engenheiro a urgência da obra e que quer tudo pronto em outubro.

A galera delirou.

UMA CIDADE SEM TEATRO É UMA CIDADE SEM LUZ.

 

FESTANÇA      

Promoteur e considerado um especialista em bufês sofisticados que dominam a capital baiana, Milton Martinelli vai comemorar seu birthday com uma grande festa. Quer reunir clientes e amigos que ao longo de décadas prestigiam seu talento e sua criatividade.  Estilo e sofisticação no Solar Cunha Guedes (Vitória) em Salvador, course.

 


Milton Martinelli faz festa black tie para celebrar niver no próximo dia 7 de abril

 

DE MUDA        

A Bela Nanda como a carimbou o colunista Charles Henry resolveu se mudar de vez para Petrópolis (RJ)onde mora sua filha, Maria Eduarda. Vai levar toda a mobília: o filho Carlitinho e a sogra Glorinha Galvão.

 


Nanda Galvão vai levantar voo em direção às terras imperiais

 

TRISTEZAS        

Mês movimentado com muitas perdas: depois do colunista Diogo Caldas, Sineu Mendes; Hildete (Zica) Pinheiro; Delile Oliveira; e agora recentemente Walter Almeida.

Os sentimentos dessa coluna.

 

PEDRA NOVENTA         

Noite de muita emoção com o niver de D. Hilda Bonfim. Que reuniu sua filha, três netos e três bisnetos que comemoraram em grande estilo os 90 anos da matriarca.

Foi na quinta, dia 15.

 


Família unida juntando muita energia, animação e descontração nos 90 anos de D. Hilda

 

DIVINAS MARAVILHOSAS         

O encontro de ex-alunos do Colégio Divina Providência reuniu uma galera que aprontou no tempo em que estudaram por lá. Os discípulos de D. Lindaura Brandão não deixam a peteca cair e fazem dessa confraternization  um momento único de lembranças e descontração.

Valeu.

 


Bio Sá com as sisters:Vera, Marga e Ceiça na confraternization do Divina

 

RECADINHO INTELIGENTE

O engomadinho está sendo cruelmente enganado: sentimental e profissionalmente.

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Tenho uma empresa com 30 (trinta) empregados. Um desses empregados se tornou meu companheiro e deixou de fazer suas atividades para trabalhar como meu sócio, inclusive no contrato social, recebendo pró-labore e lucro como sócio. Depois que eu terminei o relacionamento ele me acionou na Justiça pedindo verbas trabalhistas do período que vivemos juntos. É possível? Posso proibir o namoro entre os meus empregados? Helóina Guimarães.

 

A situação exposta pela consulente revela nuances dos relacionamentos entre os seres humanos, ora pautados pelo convívio profissional, ora pessoal e, inclusive, passional, mas todas elas encontram proteção no Direito e na Justiça. O primeiro aspecto, a saber, é se pode – ou não – haver vínculo de emprego entre pessoas com estreito relacionamento pessoal, in casu de companheiros, mas também para a hipótese de pais e filhos, irmãos, etc. Nada impede que um pai seja o empregador do filho, do irmão, da esposa. É preciso, para tanto que estejam presentes os requisitos da relação de emprego previstos nos arts. 2º e 3º da CLT (pessoalidade, onerosidade, habitualidade e subordinação).

 

A situação da consulta tem peculiaridades. A primeira é que o ex-companheiro era empregado e continuou frequentando o mesmo ambiente de trabalho, em que pese à informação seja no sentido de que ele deixou de exercer as atividades anteriores para atuar como sócio. Acaso, efetivamente, o ex-companheiro tenha deixado de realizar suas atividades e de se submeter aos comandos de sua ex-companheira, passando à posição de sócio efetivo, não há como se reconhecer o vínculo de emprego para o período em que figurou como sócio e ex-companheiro pode, inclusive, ser configurado como litigância de má-fé, de modo a ser obrigado a pagar multa e indenização.

 

Foi o que ocorreu nos autos do processo de nº 0002293-21.2013.5.23.0066 numa situação semelhante. Como consequência da atitude do ex-companheiro e, certamente, dos traumas que advieram, a consulente quer proibir namoro entre empregados. Veja-se o que está previsto no inciso X, do art. 5º da Constituição Federal de 1988: “X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

 

Como se vê uma das garantias fundamentais do indivíduo prevista na Constituição Federal é o direito à intimidade e à vida privada. Significa dizer que o namoro entre empregados não pode ser proibido pelo empregador. Isto não quer dizer que a empresa não pode criar regras e procedimentos internos para regulamentar as relações afetivas no ambiente de trabalho, o que, aliás, é recomendável que se adote, com o firme propósito de se evitar comportamentos que violam a ética, a moral e o bom senso, tal como vetar, por norma interna, que colegas-namorados sentem um no colo do outro ou que se beijem explicitamente, no ambiente de trabalho. É de bom tom informar que a vedação à proibição do namoro se aplica, também, à dispensa, com ou sem justa causa, de empregado, por quanto pode caracterizar uma dispensa discriminatória.

 

Advogado. Pós-graduado em Direito Público e Privado. Membro-fundador da Associação Sul Baiana de Advogados Previdenciaristas (Asbap). Membro-idealizador-fundador e Vice-presidente da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (Aljusba) e autor dos livros “Breves Análises Jurídicas”, “Dicas de Direito Imobiliário” e “Dicas de Direito Previdenciário” (Direitos Editora). Itabuna – Bahia /

 

(73) 98852 2006 –99134 5375 e 3613 2545.

 

Os interessados em enviar perguntas sobre Direito Trabalhista ou Previdenciário para Dr. Vercil Rodrigues, encaminhar para os e-mails: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Agenilda Palmeira

 

A esperança é algo tão importante para nós quanto a água é para os peixes; é algo tão vital como a eletricidade é para uma lâmpada, e tão essencial quanto o ar é para um jato jumbo. A esperança é, assim, essencial à vida.

 

      Ela é uma dimensão que faz parte do nosso ser-no-mundo. Essa é a nossa esperança humana. Onde há ser humano, há esperança em relação ao futuro do mundo, da sociedade e da vida. Não é possível conceber a existência humana sem sonhos, utopia, sem esperança. Podemos dizer que a esperança humana é uma necessidade ontológica.

 

      Pois o ser humano não poderia ser sem mover-se na esperança. Ela é esta energia/força que nos encoraja a lutar contra os grandes horrores e barbáries existentes na história humana. Na mitologia grega, quando Pandora abriu a caixa onde Zeus havia guardado todos os males e as misérias do mundo, o que restou bem no fundo da caixa foi a esperança.

 

      É este tesouro guardado bem no fundo da caixa que nos motiva a lutar sempre e a acreditar, apesar de todos os males que escaparam da caixa de Pandora, na tentativa de amenizar, vencer os males, os sofrimentos deste mundo.

 

      Pedro, o apóstolo, com o passar do tempo, ele se tornou o mais comprometido com o mestre, um discípulo devotado e obstinado, cuja lealdade não conhecia fronteiras. Jesus o alertou que o inimigo estava no seu encalço, trabalhando dia e noite. Jesus, não convencido disso, respondeu-lhe: “Digo-te, Pedro, não cantará hoje o galo antes que três vezes negues que me conheces” Mas Pedro estava superconfiante de que aquilo jamais pudesse acontecer.

 

      Porém aconteceu, o leal e valente Pedro falhou com o seu senhor. Ele negou deliberada e abertamente, que era um dos doze discípulos. Quando Jesus olhou para Pedro, o apóstolo lembrou das palavras do Senhor e chorou amargamente. Como você, Pedro, pôde fazer isso? A morte de Jesus foi como um prego cravado no coração de Pedro e ele pensou que a única coisa de que precisava para prosseguir já não existia pois partiu para sempre.

 

      Esperança. Esta palavra saltou-lhe até o glorioso dia da ressurreição, a primeira manhã de Páscoa, quando lemos acerca da milagrosa ressurreição corporal de Jesus dentre os mortos, mas também aquelas maravilhosas palavras de graça: “mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galileia e ali o vereis, como ele vos disse”.

 

      E a Pedro! O significado dessas palavras não pode ser exagerado mas houve uma injeção de esperança na vida do velho pescador. Pedro teve esperança, apesar do seu fracasso. Por causa disso, pôde prosseguir. Por essa razão, escreveu a clássica carta de esperança àqueles que mais precisavam ouvir sobre esse tema.

 

Tenho sido esperançosa nesta luta, por que bem sei que a esperança é um maravilhoso presente de Deus, uma fonte de força e de coragem frente às provocações mais duras da vida.

 

Professora e membro da Academia Grapiúna de Letras AGRAL

 

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Cláudio Zumaeta

 

Certa vez um professor universitário do curso de economia disse nunca ter reprovado um só aluno durante sua longa docência. Mas, por outro lado, ele havia reprovado uma classe inteira. O que teria acontecido?

 

Conta-se sobre aquele episódio que, uma classe em particular, insistia com o professor, que o socialismo realmente funcionava. Segundo a classe, no socialismo, ninguém seria pobre ou rico, tudo seria igualitariamente justo. O professor duvidou e propôs a realização de um experimento: disse então à turma que ao invés de dinheiro, usaria as notas alcançadas pelos alunos em seus testes, para medir a validade daquilo que ele chamou de uma experiência socialista. A coisa toda funcionaria da seguinte maneira: todas as notas dos alunos seriam concedidas com base na média da classe, portanto, seriam justas. Os alunos toparam...

 

Seguindo então a proposta do professor, os alunos receberiam as mesmas notas, assim ninguém repetiria. Mas, aquele sistema implicava também que nenhum aluno receberia a nota máxima, uma vez que apenas valeria a média das notas da turma. Os alunos, mais uma vez, toparam o desafio... E assim, depois que a média dos primeiros testes foi obtida, todos os alunos receberam nota cinco. No entanto, os alunos que estudaram mais ficaram indignados. Por outro lado, os alunos que não se esforçaram tanto, ficaram felizes com o resultado. Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma – e aqueles alunos que haviam estudado bastante no início, resolveram estudar menos agora porque eles também se beneficiariam da nota mediana que, no entanto, seria suficiente para eles passarem. Assim, agindo contra suas tendências, os alunos mais aplicados passaram a copiar os hábitos dos alunos menos aplicados, preguiçosos...

 

O resultado daquela estratégia não poderia ser outro: a segunda média dos testes foi ainda mais baixa que a primeira. Ninguém gostou. Depois veio o terceiro teste e a média geral foi muito mais baixa. Todos os alunos reclamaram. Todos estavam angustiados... As notas não voltavam a seus patamares mais altos e a desarmonia entre os alunos cresceu assustadoramente. Todos buscavam os culpados para o que estava acontecendo. Os alunos que antes lutavam por justiça nas avaliações, agora se desentendiam a todo instante uns com os outros e as crises entre eles se aprofundavam. Todos discutiam com todos. No final, ninguém queria mais estudar para beneficiar aqueles que não estavam estudando. Ninguém queria fazer um esforço extra por aqueles que não estudavam nunca... E assim, todos os alunos perderam o semestre...

 

Conta-se, afinal, que o professor de economia explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela foi baseada na lei do menor esforço possível por parte dos alunos. Os resultados da preguiça e dos desentendimentos constantes fizeram a turma fracassar. O professor teria dito também que: “quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns. Mas, quando se eliminam as recompensas, então o fracasso é previsível”.

 

Sobre a ótica do socialismo-populista, não é difícil perceber que boa parte dos nossos partidos políticos se autodenomina (ou se autodenominavam) socialistas. No entanto, quantos realmente defendem de fato as idéias socialistas? 

O socialismo é fundamental para a sociedade pois ele permite um confronto de ideias com o capitalismo, enquanto embate ideológico. Na prática, contudo, aqui no Brasil, pelo menos, é apenas um sistema fantasma.

 

Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador – BA). Especialista em História do Brasil (UESC, Ilhéus – BA). Mestrando em História Regional e Local (UNEB Campus V, Santo Antonio de Jesus. Membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL).

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ELEGÂNCIA 

 O mulherio elegante pousou semana passada na Carmem Steffens. Foram ver de perto as últimas novidades da grife para bolsas e sapatos.

 


Liane Silveira abriu as portas para um chic coquetel de apresentação da coleção de inverno da CS.

 

OUSADIA   

 Mostrando competência e inovando na arte de administrar, Eric Jr. vem promovendo uma série de iniciativas tirando a Santa Casa da mesmice na arte de governar. Um provedor moderno e eficiente que montou um Mutirão da Mulher oferecendo serviços múltiplos ao mulherio carente.

 


Inovador e ousado, o provedor da Sta. Casa tá revolucionando na área da saúde.

 

BABADO NOVO       

Um vai-e-vém de fofocas e intrigas nos bastidores só enriqueceram e trouxeram de volta a disputa pela presidência da USEMI. De um lado, Clenildo do RH. Do outro, a então presidente e mulher de muito trabalho, disposição e realizações: profa.  Rosângela Conceição. A queridíssima Ró lidera a chapa 2 e luta democraticamente pela sua reeleição.

 


Disputa acirrada entre Ró e Clenildo movimenta associados da USEMI

 

CHEGANDO LÁ         

O pagamento por vaga no estacionamento do Jequitibá tem gerado críticas negativas e positivas. Uns acham que o movimento na Praça da Alimentação diminuiu um pouco. Outros, acham que agora só vai por lá um público seletivo. Mas, num primeiro momento estacionar no entorno é até natural. Num segundo momento, a exemplo do que ocorre em outras cidades, tudo será normalizado.

 

APROVEITADORES

A direção do shopping tem números que confirmam que mais de 60 por cento dos carros que estacionavam por lá eram principalmente de pessoas que iam a um Centro Médico. Até porque neste Centro tá lá cravado: “exclusivo dos condôminos”. Imbecilidade e contrassenso.

 

ESTRATÉGIAS       

Lojistas se preparam para uma grande ofensiva de marketing que atraiam clientes e tragam de volta aqueles que impacientes por não acharem vaga, simplesmente desistiam das compras. E que terão como chamariz, inclusive, a possibilidade de se pagar pelo estacionamento do cliente.

 

RECADINHO INTELIGENTE

Desequilibrada, arrogante e xerox da inteligência alheia tem prazo de  validade até julho de 2018. Ou mesmo antes disso.

 

PÉROLA        

Marcela Mendes comemora seu niver de 50 anos neste final de mês. Aproveita a data e consolida sua união com Missinho depois de 30 anos de casados. A festança tá marcada na Estância no dia 31, a partir das nove da noite.

 


Marcela e Missinho Mendes cravam no aseu calendário conjugal Bodas de Pérola

 

ALELUIA!       

Antes mesmo da quaresma pintar, o prefeito Fernando Gomes vai dar início à uma obra esperada há mais de dez anos: o Teatro Municipal. A assinatura da ordem de serviço acontece com a presença do governador Rui Costa. Neste sábado, dia 17.

 

 
A empresária Nice Fagundes ao lado das suas funcionárias da Detalhes do shopping recebeu clientes e amigas para uma tarde sabor chocolate. No Dia Internacional da Mulher.

 


O grupo ciclístico As Pedaletes rodam nas ruas de Itabuna toda semana. Um exemplo de vida saudável e de congraçamento. No último domingo, montaram um farto café-da-manhã no Tarik Plaza, comemorando o Dia Internacional da Mulher.

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