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A FTC de Itabuna realiza, nesta sexta-feira (23), a aula Inaugural do seu Programa de Pós-Graduação, com palestra sobre o tema ‘Conhecimento e Experiência na Construção Profissional, ministrada pelo doutor em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Alessandro Fernandes Santana. O evento acontece no Auditório Gervásio de Oliveira.

 

 

 

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“...De dentro das frestas da selva de concreto e aço, brotam novas raízes, de uma espécie soteropolitana ainda não estudada”. É com esse pensamento do rapper carioca BNegron, que a banda Baiana System (foto), comandada pelo vocalista Russo Passapusso, se apresentará na Concha Acústica de Ilhéus. O evento, que acontece no dia 21 de abril, às 21 horas, terá outras convidadas especialíssimas: O Quadro e Bad Maria. O Baiana System é uma das principais revelações do cenário musical brasileiro nos últimos tempos, pois, traz uma mistura de África, Brasil e Caribe, com ritmos extraídos do Ijexá, Afoxé, Dancehall, Pagodão, Sambareggae, Cumbia, Chula, Dub, Cabula, Kuduro, Samba Duro, Cantiga de Roda e Eletrônica.

 

 

“A sonoridade dos artistas é diversa, mas as discussões sobre liberdade de gênero e luta pela igualdade social e racial estão muito presentes no trabalho destas três bandas”, comentam os organizadores. Para eles, todas as três bandas lidam bem com as ferramentas digitais, que transformaram a relação com o público e também a maneira de produzir e ouvir música na última década. “O conceito moderno de música em movimento, envolve novas possibilidades sonoras para a guitarra baiana, instrumento criado em Salvador, nos idos de 1940 e que foi responsável pela criação do trio elétrico”, explicam.

 

Protagonismo da guitarra

O nome vem da junção de “guitarra Baiana” com “sound system”, que são sistemas de som criados e popularizados na Jamaica. A ideia inicial era a utilização de bases novas e/ou conhecidas onde a guitarra pudesse assumir o papel de “canto” nesse sistema, dividindo e dialogando com a voz. A banda se apresenta pela primeira vez em Ilhéus e promete apresentar seu repertório com músicas já conhecidas pelo público, com a mistura do seu último disco intitulado, Duas Cidades, que conta com a faixa “Playsom”, que faz parte da trilha sonora do game Fifa 2016, da Eletronic Arts.

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O Tigre ilheense enfrenta o Galícia, no Estádio Mário Pessoa, neste domingo (11), a partir das 15 horas. O estádio passou por reforma completa para receber os jogos do certame

 

Tudo pronto para a estreia do Colo Colono ‘Baianão’ 2018’, neste domingo (11), a partir das 15 horas, contra o Galícia. A diretoria do clube anunciou reforço na equipe e a Prefeitura de Ilhéus, através da diretoria de Esportes da Secretaria de Turismo e Esportes (Setur) informa que já concluiu os trabalhos que incluíram reforma do gramado, requalificação de drenagem, poda, adubação e sistema de irrigação, entre outras melhorias no estádio Mário Pessoa.

 


O Estádio Mário Pessoa foi totalmente reformado para sediar os jogos do campeonato

 

De acordo com o diretor de Esportes da prefeitura, Danillo Rabat, a atual gestão municipal cumpriu em tempo hábil todas as exigências impostas pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) para que o estádio Mário Pessoa possa sediar os jogos do campeonato baiano. Os laudos exigidos pela FBF já estão em Salvador, o que assegura o estádio para as competições.

 

Além de Colo Colo e Galícia também vão disputar a segunda divisão do ‘Baianão/2018’ as equipes do Conquista, Atlético de Alagoinhas, PFC Cajazeiras e Teixeira de Freitas. A expectativa do torcedor ilheense é que o time suba para a elite do futebol baiano em 2019.

 

 

Reforço

Com relação aos reforços da equipe, um deles é o lateral-direito Paulo Roberto Santos de Souza (Paulinho), 28 anos, com passagem pelo Colo Colo em 2015. Natural de Acajutiba (Bahia), o jogador atuou em São Paulo, pelo Rio Branco, Atlético (Alagoinhas), Flamengo (Guanambi), Jacuipense, Cianorte (Paraná), Juventus (Santa Catarina), Náutico (Recife), Campinense (Paraíba) e outros clubes do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. 

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A secretaria municipal de Saúde (Sesau) vai intensificar nos próximos meses, a vacinação contra Human Papiloma Virus (HPV) e Meningite C, ambas indicadas para meninas de 9 a 14 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias) e meninos de 11 a 14 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias). A medida segue uma recomendação do Ministério da Saúde (MS). A população deve procurar as unidades básicas de saúde mais próximas de sua residência e levar a carteira de vacinação. O foco da campanha será reforçar as indicações já estabelecidas na rotina de vacinação do município, através da Campanha de Mobilização e Comunicação do Adolescente contra essas doenças.

 

De acordo com a coordenadora de Imunização da Secretaria de Saúde, Walkiria Cardeal, o esquema recomendado consiste em duas doses com intervalo de seis meses e que as vacinas continuam disponíveis nas Unidades de Saúde de Ilhéus. “Esse é o momento que os pais devem estar cientes da importância de trazer seus filhos para serem imunizados, especificamente para este grupo. É importante que os pais saibam que não existe tratamento totalmente eficaz para eliminar o vírus sem o auxílio da vacina que é quadrivalente”, ressalta.

 


A vacinação segue uma recomendação do Ministério da Saúde

 

Alerta

Segundo dados apontados pelo Ministério da Saúde, nos países desenvolvidos, a incidência de câncer do colo do útero tem sido significativamente reduzida como resultado de programas preventivos. No entanto, os cânceres de boca e orofaringe são o sexto tipo de câncer entre os mais comuns no mundo, com 400.000 casos e 230.000 óbitos por ano. O aumento no número de casos é de duas a três vezes maior em homens que em mulheres, sendo que, nos Estados Unidos, a projeção de casos de câncer de orofaringe relacionados ao HPV superará o número de casos de câncer cervical em 2020.

 

O estudo ainda revela que mais de 90% dos casos de câncer anal e 63% dos cânceres de pênis são atribuíveis à infecção pelo HPV, principalmente pelo subtipo 16. Apesar de se tratar de cânceres menos frequentes, sua incidência no mundo também vem crescendo. A vacina do HPV tem como objetivo prevenir os cânceres de colo de útero, vulva, pênis, boca e orofaringe bem como as verrugas genitais em ambos os sexos. 

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Daniel Medeiros

 

Lógico que havia minha mãe. Mas eu era pequeno e não tinha ainda ideia do trabalho imenso da minha mãe para me criar e ao meu irmão. Assim, minha primeira referência de mulher de sucesso foi minha primeira professora, Adla. Eu a amava! Eu queria ter aquela postura, aquela firmeza e, principalmente, aquela inteligência. Ela me ensinou a ler e, quando eu cheguei em casa, lendo o pequeno texto da última página da cartilha para minha mãe, ela não acreditou e disse: “como é que essa mulher conseguiu fazer isso com você?” Sim, era isso mesmo. Ela havia conseguido. E não somente me ensinar a ler. Havia conseguido me fazer querer ser como ela.

 

Eu era muito pequeno e, por causa da minha timidez, ficava menor ainda. Lembro-me que mal olhava para os lados. Só para ela. E, de vez em quando, ela olhava para mim e dava um discreto sorriso. Ela era rigorosa, mas justa e terna. Nos seus gestos e na sua prática aprendi sobre Política e Sociedade, sobre Justiça e sobre Direitos e Responsabilidades. Com ela.

 

Mais tarde, já na quarta série, lembro-me de uma outra professora, mas agora com tristeza. Ela suportava com um sorriso magro a algazarra que imperava na escola pública em frente à favela do lagamar, em Fortaleza, onde morei nos anos setenta. No alto, na parede, o olhar soberano que nos observava não era o dela, mas o do general-presidente. Certa vez, ela mandou como tarefa que buscássemos os sinônimos de certas palavras. Pedi o dicionário para o meu pai e escrevi, no caderno, o que o livro preto, o “pai dos burros”, dizia. Na tarde seguinte, ela pediu a lição e só eu havia feito. Ela ficou radiante com o meu desempenho. Os outros meninos me bateram no corredor, depois da aula. Eu fui pra casa, com a camisa rasgada sem saber se sentia mais pena de mim ou dela.

 

Ainda hoje as crianças, na maior parte de suas infâncias, convivem com professoras. Por que não desenvolvem um sentimento de respeito e consideração pelas mulheres? Por que não incorporam o fundamento básico de que um trabalho deve ser remunerado e respeitado de maneira igual, independente de gênero, cor, idade? Creio que a desqualificação do trabalho da professora, o primeiro referencial adulto que temos (fora nossos pais) está na raiz desse comportamento. É só fazer uma pesquisa: eu queria ser como a minha professora. Muitas crianças, meninas principalmente, queriam ser professoras porque essa profissão era cercada de respeito e dignidade. Mas, aos poucos, essa ideia e esse desejo foi sendo dilapidado até chegarmos ao quadro desolador no qual nos encontramos. Qual criança quer ser como a sua professora? Quem quer receber o que ela recebe? Quem quer ter uma profissão sem valor e sem respeito como a dela?

 

Se ficamos quase todos os anos de nossa infância na companhia qualificada de mulheres tão maravilhosas, como não nos tornamos um pouco mais humanos, justos, dignos? Posso estar errado, eu sei, mas acredito que se víssemos as professoras de todo o Brasil como eu lembro da professora Adla, duvido que seríamos assim. Ou seríamos menos. E tudo então ainda seria possível no nosso país.

 

 

Doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor de História no Curso Positivo.

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O Ministério Público não descansa e ainda na Quaresma volta ao encalço dos gestores municipais, por conta da realização de mais uma edição do Carnaval Antecipado. Faz buscas e apreensões em repartições, como uma mini lava-jato grapiúna.

 

O sugestivo nome da operação – Máscara Vip – tem levado desconforto a ocupantes de cargos estratégicos da prefeitura, porque sugere que busca ilicitudes nas relações com os camarotes privados, e não apenas nas contratações de artistas para a festa pública em si, como já visto, literalmente, em outros carnavais.

 

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Após estrear no 2-man com a 27ª colocação, a equipe brasileira de bobsled está pronta para mais um desafio nos Jogos Olímpicos de Inverno PyeongChang 2018. Na noite desta sexta-feira, dia 23, a partir de 21h30 de Brasília, o Brasil estreia na disputa da categoria 4-man, com as duas primeiras descidas no Olympic Sliding Centre. O conjunto nacional é formado pelo piloto Edson Bindilatti, os pushers Odirlei Pessoni e Edson Martins e o breakman Rafael Souza – Erick Vianna é o atleta reserva.

 

Trinta trenós estarão na disputa. Depois de três descidas para cada conjunto, apenas os 20 melhores na somatória dos tempos avançam para a prova que definirá os medalhistas, neste sábado, dia 24, também a partir de 21h30 de Brasília. Durante os treinos oficiais do 4-man em PyeongChang, a equipe brasileira conseguiu sempre figurar entre os 20 melhores trenós.

 

“Conseguimos realizar quatro boas descidas nos treinos oficiais. Nós estamos bem preparados e agora é trabalhar no trenó e nas lâminas para fazer os últimos ajustes antes da competição olímpica”, afirmou o piloto Edson Bindilatti.

 

A equipe brasileira chega embalada após realizar o melhor ciclo olímpico de sua história. Em quatro anos, o país pulou da 36ª para a 21ª colocação no ranking internacional do 4-man e chegou a ficar em 17º lugar ao longo da última temporada. O conjunto ainda sagrou-se campeão da Copa América em 2015 e 2018 e conquistou um bronze no Mundial de Push (Arrancada) em 2016, na Romênia.

 

Esta é a quarta vez que o Brasil participa com o quarteto de bobsled nos Jogos Olímpicos de Inverno. Antes, o país competiu nas edições de Salt Lake City (2002), Turim (2006) e Sochi (2014). A melhor posição já conquistada pelo Brasil foi a 25ª colocação, em Turim.

 


Brasileiros competem nos dias 23 e 24 de fevereiro, no fim de semana de encerramento de PyeongChang 2018

 

Sobre a CBDG

A Confederação Brasileira de Desportos no Gelo foi fundada no ano de 1996 e é a representante oficial do Brasil nas seguintes modalidades: bobsled, luge, skeleton, hóquei no gelo, patinação artística, patinação velocidade e curling. É filiada ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) e ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). No âmbito internacional, é ligada à International Bobsleigh & Skeleton Federation (IBSF), à International Skating Union (IUS), à World Curling Federation (WCF), à Féderation Internationale de Luge (FIL) e à International Ice Hockey Federation (IIHF).

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Cláudio Zumaeta

 

“Nua dentro da luz. Os cabelos são mais negros, agora, descidos sobre os ombros. Empinam-se os seios que sombreiam o ventre. Lisas como o ventre, a mesma pele morena, as coxas unidas. A vontade é a de diminuir o peso das mãos para não machucá-la e conter o sangue que corre solto em seu próprio corpo. Os braços, porém, já se distenderam. E, nas mãos tomando os seios, aperta-os de leve enquanto os olhos são brasas e as pernas estremecem como se fossem andar. Debruça-se para beijar os ombros, correndo a boca até o pescoço, sentindo na outra carne a fome de sua carne. Deita-a, então, no chão de barro onde o fogo ainda devora a lenha. Desperta-o, todos os músculos relaxados, aquele fogo. Reencontra-se sobre a mulher, um pouco ofegante, imóvel e tranquilo. Firma as mão na terra para levantar-se mas ela o prende com os olhos úmidos que brilham na luz. Volta a deitar-se, seu peito esmagando os seios da mulher, o sangue se acalmando no corpo...”

Prezado(a) leitor(a), francamente, você seria capaz de prever que todo esse lirismo encantador, suave, sutil e poético está contido numa história que tem como cerne de seu enredo o ódio? Pois é, o que você acabou de ler, é um fragmento do extraordinário e universal “Corpo Vivo”, grande romance do não menos extraordinário e universal Adonias Filho (1915-1990). Este obra de arte formidável bem que já poderia ter tido uma versão cinematográfica tão espetacular quanto ela merece. Seria o caso, segue-se uma sugestão, que o romance chegasse às mãos do cineasta Quentin Tarantino (1963), por exemplo, porque certamente ele faria um filme tão arrebatador quanto o livro.     

“Corpo Vivo” do romancista itajuipense Adonias Filho se passa aqui na nossa Região Cacaueira. Contudo, quem pensa que se trata de mais um romance “regionalista”, engana-se profundamente. Muito pelo contrário: Adonias consegue transpor para sua literatura o vigor universal dos gênios, ao tratar de sentimentos também universais: amor, ódio, traição, ganância, ambição e esperança. Em “Corpo Vivo”, vemos Cajango, personagem central da trama, transformado em fera, para se vingar da chacina praticada contra sua família. Ele é treinado por seu tio, o índio Inuri, no Camacã (uma mata cerrada e tão densa que é inacessível à maioria dos homens, mas, que para eles é apenas uma casa natural).

        O ódio e a vingança alimentavam a alma (se é que ele possuía uma) de Cajango. Todo treinamento de Inuri voltava-se para fortalecer a única coisa que restava viva em Cajango, seu corpo. E este corpo, bem treinado, seria capaz de sobreviver a todas as intempéries e de agir, tanto mais cruel quanto possível, para vingar aquela chacina. E assim, quando tudo parece conduzir a trama para uma óbvia vingança com graus exacerbados de crueldade e ódio, entra em cena a genialidade de Adonias Filho: eis que Cajango conhece Malva... Bem, aí, uma parte do que aconteceu depois daquele encontro, você leu no início desse arrazoado, mas, como essa tragédia ‘greco-grapiúna’ acabará, você vai ter quer ler neste fantástico livro-vivo!

Leia Adonias, e você se sentirá mais vivo do que jamais se sentiu antes.

 

Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador – BA). Especialista em História do Brasil (UESC, Ilhéus – BA). Mestrando em História Regional e Local (UNEB Campus V, Santo Antonio de Jesus. Membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL).

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